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Artigos

Políticas Públicas
Estamos vivenciando momentos de intranquilidade na economia nacional e de grandes escândalos no cenário político, com envolvimento de várias organizações públicas e privadas, deixando vários exemplos negativos dos executivos renomados das grandes empreiteiras. A continuação da turbulência é exemplo de várias discórdias no ramo político e na justiça, com tentativas de apagar as sujeiras que diariamente surgem cada vez mais, são escândalos da Petrobrás, mensalões, BNDS e, assim, sucessivamente aparecendo novos acontecimentos, deixando transparecer uma verdadeira máquina de prejuízos à sociedade brasileira. Acabamos sendo os verdadeiros bobos da corte, onde, na verdade, pagamos uma conta altíssima com uma educação vergonhosa, uma saúde desumana, um transporte ineficaz, uma segurança à mercê dos bandidos, para piorar uma política individualista na presteza dos poderosos e na sucumbência da justiça.

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Brasil-um-Pais-de-poucosCerta vez alguém afirmou esse é um país de todos, Mas aos poucos o que se notou, esse é um país de poucos.
Posto que muitos estão à margem de tudo aquilo que lhes é de direito,é muito político com sacanagem e da política não larga o peito.
A nação que tão fragmentada vive uma crise social.
Migalhas de direitos que não valem nada, o povo tratado pior que animal, há direito pra todos os gostos:
Se o povo precisa nada funciona, mas a cada mês se paga imposto, é dinheiro no cofre o governo é que mama.
Pouco é revertido pra o povo, que mudo assiste a tudo quieto.
Se reclamar, mas passa sufoco; se for pra rua apanha em protesto, nem adianta orar pedindo Jesus Cristo nem vai ouvir.
Dirá Ele: o sofrer será findo Quando você aprender a votar!
O sistema oprime o pobre, é subserviente para com o rico, e quando o governo faz algo nobre é visando algum benefício, pelo social nada se faz, Sem que haja ali uma troca Já é uma prática tão eficaz.
O governo afirma: esse é que vota, não se faz pela ideologia de prestar bons serviços à população, abraçam a todos com demagogia.
Só pra ser manchete em toda nação, Esse país que mãe gentil tem sido madrasta pra sua gente.
Em 500 anos ainda não se viu nenhuma política benevolente, que de fato mude essa vergonha.
Dê a vara não o peixe pronto, que torne possível o que se sonha, nossa política deixe de ser conto.
Agora o que se afirma país rico é país sem pobreza, como se o rombo já vem lá de cima, saqueando toda nossa riqueza?
No Brasil é possível um país sério? Igualitário para sua gente ?
Cada um que entra cria um Ministério, é mais um imposto o povo que aguente, você acredita que a política é a arte de bem governar?
Se pra o povo a impressão que fica, ela é um meio de como roubar?
É tão fácil fazer de conta, o povo pensa que se está trabalhando uma falsa estrutura se monta e o besta ainda sai elogiando.
Contenta-se com pouco ou quase nada até do político o que cai de sua mesa pra o povo o serviço é de fachada.
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CuidadoNuma democracia, como ocorre no Brasil, as eleições são de fundamental importância, além de representar um ato de cidadania. Possibilitam a escolha de representantes e governantes que fazem e executam leis que interferem diretamente em nossas vidas. Escolher um péssimo governante pode representar uma queda na qualidade de vida como aqui em Paulista. Sem contar que são os políticos os gerenciadores dos impostos que nós pagamos. Desta forma, precisamos dar mais valor à política, ou melhor, precisamos valorizar o nosso voto e acompanharmos com atenção e critério tudo que ocorre em nossa cidade, estado e país.

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A falta de uma verdadeira logística para o crescimento do Brasil.

Há alguns meses venho comentando sobre a fragilidade de nosso país em relação às modalidades de transportes, esses comentários têm feito com meus alunos do curso de logística e amigos. No Brasil, o modal mais utilizado é o do transporte rodoviário que atinge o percentual entorno de 60%, é um percentual bastante elevado para um país que pretende transitar como uma potencia mundial na área de logística, para piorar a situação temos uma infra estrutura totalmente sucateada e arcaica, estradas sem as devidas manutenções, pouco investimento nos portos e ferrovias, os aeroportos já nascem com a estrutura de cargas defasadas, na verdade, não encontramos no governo federal nenhum projeto que venha revolucionar os processos logísticos. O meu verdadeiro comentário é sobre a fragilidade que o Brasil encontra-se com esse modelo, onde temos uma total fragilidade de dependência do setor rodoviário. Basta apenas os caminhoneiros pararem e teremos graves conseqüências em todas as áreas, na saúde, na educação, no abastecimento, etc, sem exceção. Será um verdadeiro caos em toda economia brasileira, as conseqüências serão desastrosas à população, necessitamos de novos planejamentos com equilíbrio nas decisões, não podemos ter posicionamentos e decisões sem critérios e sem uma prévia avaliação.

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chargeQuem pensa que de tudo viu nessa política combalida, ainda nem descobriu que de ultrajada ela está falida. Os absurdos são tantos que de criticarem o povo até peca, políticos corruptos temos aos bandos ate dinheiro se leva em cueca. São tantas operações ilegais empreiteiras sugam o cofre do povo, se fecham escolas e hospitais. No palanque promete: construo outro novo elefantes brancos que não se veem, faraônicas obras fantasmas. O povo penando em seu sofrer, só tem o voto como sua arma. Pena que não se saiba usar o titulo a seu favor. Com a politicagem iriam acabar nossa gente, teria valor o patrimônio da nossa gente, vem sucumbindo a corrupção. Sanguessugas usando a patente e em nosso dinheiro colocam a mão. Já houve anões do orçamento, fraude em nossa previdência. Nas filas, o povo sofre o lamento de um serviço precário e incompetência. O povo tem memória curta, esquece fácil e não tem visão como quem de camisa muda. Até negocia sua opinião, só é o político chegar com muito pouco ou pedaço de pão. Do passado nem vai mais lembrar mesmo que seja o mensalão. A Petrobras quase afundando, o rombo em seu casco não se pode tapar. Lá é tanta gente roubando que já superou Alibabá. Uma câmara e um senado que envergonham a população. Na campanha, é povo lá muda de lado. Cá, tapinhas nas costas, lá bananão. Pergunto a minha gente, se eles sabem o que é vergonha, você sabe que político mentem e até roubam o que você sonha. Não sei onde vai parar a roubalheira, que impassivos vemos lá no planalto o povo fica sem eira nem beira. A cada novo imposto, saiba, é assalto. Prestar queixa a quem amigo? Se o governo é que enfia a mão no seu bolso e até pode pousar por aí de bom moço. Você pode, mude isso. Aprenda a escolher as pessoas. Faça hoje um compromisso, difícil se achar, mas a gente boa?

Por Jabs Roberto – Professor pós-graduado em História

Analistas e articulistas econômicos tem apontado como principais desafios do segundo mandato presidencial arrumar as contas públicas e retomar o crescimento econômico. Ajustar as contas públicas – na lógica econômica predominante – significa cortar gastos. Contrário ao discurso crítico da ortodoxia econômica na época da eleição, a presidente eleita acabou cedendo ao mercado, e nomeou para ministro da Fazenda um alto executivo do sistema bancário, ex-secretário de Tesouro no primeiro governo Lula, chamado na época de “Levy mãos de tesoura”.

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Uma nova equipe para um velho Brasil
A nova equipe econômica trabalha com o velho método brasileiro, aumentar as taxas de juros, aumentar impostos, dificultar recursos de terceiros, enfim medidas que radicalizam e dificultam o crescimento econômico do nosso país, para completar a grande novidade foi alterar a política do seguro desemprego e das aposentadorias, sabemos que temos uma das maiores cargas tributárias do mundo e não é nenhuma novidade, temos também uma estrutura governamental absurda, a famosa máquina dos gastos públicos. Essa sim deveria ser revista e eliminada a famosa gordura.

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O que acontece com o Estado de São Paulo na questão da água é um exemplo do que pode acontecer em outros estados e cidades brasileiras, segundo dados recentes publicados pela ANA (Agência Nacional de Águas). Portanto, aprender e tirar lições deste episódio poderá ajudar gestores públicos e a sociedade a não repetirem os erros que foram cometidos, e conviverem melhor com uma situação que veio para ficar.

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Governos têm sucesso quando executam políticas públicas que respondem aos desafios apresentados, e criam assim condições para um futuro melhor. No caso do que se convencionou chamar da crise de desabastecimento de água em São Paulo, algumas características deste evento foram sendo delineadas, e hoje estão bem definidas.

O sistema Cantareira, que abastece 364 municípios paulistas, de um total de 645, atendendo27,7 milhões de pessoas que respondem por 73% da receita da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo detém 50,26% das ações da companhia, e os outros 49,74% estão nas mãos de acionistas privados), poderá deixar 6,5 milhões de paulistanos sem água em suas torneiras. A culpa é menos de São Pedro do que do governo de São Paulo que administra a Sabesp, e que subestimou os impactos das mudanças climáticas, da extração desordenada e descontrolada de recursos hídricos, da falta de conservação e proteção dos mananciais, e, não menos relevante, da poluição.

Faltaram planejamento estratégico na gestão integrada e compartilhada dos recursos hídricos, e os investimentos necessários em obras que poderiam ter amenizado o racionamento existente (sobre o qual o presidente da Sabesp demonstrou descaso ao dizer que “Não existe racionamento, existe uma administração da disponibilidade de água”).

Em 2004, uma série de seminários com especialistas debateram a crise de 2003 do sistema Cantareira, e apontaram para a necessidade de ampliar a disponibilidade de água do sistema, indicando que o melhor caminho para isso era buscar água no Vale do Ribeira através de uma obra que demoraria aproximadamente 10 anos para ser estudada, projetada e concluída, mas que, caso tivesse sido realizada, provavelmente não haveria problema de escassez de água como ocorre atualmente.

E a falta de transparência ficou evidenciada, mais do que nunca, quando foi tornado público um relatório de 2012 da própria Sabesp, revelando o risco de desabastecimento no sistema Cantareira, e alertando investidores da Bolsa de Valores de Nova York para a estiagem prevista e seus impactos nas finanças da empresa. Somente encarou o problema a partir do inicio de 2014, quando criou um bônus para quem economizasse água.

A irresponsabilidade técnica e gerencial da empresa merece ser destacada. O plano enviado a ANA (Agência Nacional de Águas) para operar o sistema Cantareira até abril de 2015 não tem amparo adequado na realidade. A probabilidade de recuperação do sistema é altamente arriscada, com um cenário traçado que já não se confirma neste mês de outubro (2014).

A arrogância e soberba dos gestores da água em São Paulo levaram a Justiça Federal a proibir a captação da segunda cota do volume morto do sistema Cantareira, já que a empresa vinha captando mais água que o autorizado. Tudo se faz para não decretar oficialmente o racionamento, nem prejudicar o valor de suas ações na bolsa. A água é tratada como um mero “negócio”, não como um bem coletivo.

Apesar dos problemas verificados nos anos 2000, o que se constatou foi um aprofundamento ainda maior da política da água como mercadoria, e da empresa a serviço do mercado e de interesses políticos escusos, com diretorias indicadas por estes interesses inconfessos, sem nenhuma abertura para um planejamento técnico sério, vinculado às necessidades da população. Prova disso é o quadro funcional da Sabesp, reduzido de 21 mil trabalhadores para 14 mil. Em particular, o setor de engenharia e operação foi diminuído a ponto de, atualmente, várias unidades terem um quadro de técnicos capacitados abaixo da necessidade para a atividade fim da companhia. Por outro lado, no último balanço divulgado foi comemorado um lucro de 1,9 bilhões de reais da companhia, mostrando que do ponto de vista mercadológico a empresa vai bem.

O centro da questão está na malfadada gestão dos recursos hídricos de responsabilidade do governo do Estado de São Paulo. Não por acaso o Ministério Público possui, segundo a Promotoria de Justiça do Grupo de Atuação Especial do Meio Ambiente, 50 investigações sobre a gestão da água feita pela Sabesp.

A mercantilização de um bem essencial à vida, cujo lucro, ao invés de usar na realização de obras, pago dividendos a acionistas e especuladores é que tem provocado uma crise de tal dimensão, e, consequentemente, o sofrimento da população paulista.

Por Heitor Scalambrini Costa – Professor da UFPE.

O mundo dos negócios e das oportunidades
O mundo disponibiliza a transformação das oportunidades voltadas a vários novos e velhos negócios. Tem um ditado que diz que a pessoa tem que está na hora certa, no momento certo, discordo, o meu pensamento traduz outra filosofia, penso que as pessoas deverão ter coragem, disciplina, força de vontade e conhecimento do que vai desenvolver, principalmente quando trata-se de novidades. Eles são momentos de curiosidade do mercado consumidor, mas ao mesmo tempo existe o processo da desconfiança, esse momento é crucial para o empreendedor superar e motivar a aceitação do seu produto ou serviço no mercado.

Quando falamos em oportunidades, o próprio nome já explica o momento das chances que o mercado proporciona ao mundo do empreendedorismo, gerar novas oportunidades é trazer ao mercado novos desafios e, ao mesmo tempo, novas ameaças, é necessário aos gestores estarem atentos às novas possibilidades que necessariamente manterão as atividades em plena ascensão. Sabemos que o mercado consumidor e a própria concorrência são reguladores das atividades comerciais, é importante estabelecer um verdadeiro equilíbrio voltado na comunicação e tecnologia, as organizações necessitam de uma estrutura que acompanhe a desenvoltura do mercado consumidor.

Pesquisa realizada pela Wells Fargo revelou que os pequenos empresários têm a tendência de ser mais otimistas quando trata do crescimento de suas receitas, fluxo de caixa e equipe. O pensamento inicial faz pensar que, juntando um empreendedor otimista com um setor promissor, a chance de alcançar o sucesso é grande. As novas possibilidades fazem o mercado oportunizar algumas áreas que estão em maior evidência. Aqui listamos oito áreas que as pequenas empresas estão se destacando:

• Internet das coisas – Empresas de diversos setores estão tentando projetar ou obter dispositivos conectados para melhorar suas operações, o que abre um grande mercado para pequenos negócios dispostos a oferecer soluções desse tipo. A cisco estima que o setor irá gerar U$ 14.4 trilhões em lucro desde 2013 á 2022.

• Comércio eletrônico customizado – O varejo online é um setor imenso e com empresas já estabelecidas. Para uma pequena empresa entrar nesse segmento, é necessário oferecer produtos ou serviços personalizados. Os pequenos varejistas da internet precisam oferecer conteúdo e produtos customizados, muitas vezes selecionados com a ajuda de dados, que causem experiências únicas aos seus clientes.

• Tecnologia educacional – Para manter crianças e adolescentes interessados no aprendizado cada vez mais os educadores estão incorporando a tecnologia ao ensino. Estudos mostram que o investimento em tecnologia triplicou na área educacional desde 2002 a 2011 chegando a U$ 429 milhões de dólares.

• Desenvolvimento de aplicativos móveis – Com uma grande quantidade de empresas expandindo suas operações para plataforma móveis, os desenvolvedores de aplicativos estão muito demandados. Muitas vezes esses designers e engenheiros não têm um grande nome por trás deles, ao contrário, são empresas de um homem só ou poucos, trabalhando nos contatos. Esse mercado vem crescendo 50% ano desde 2009.

• Tecnologia averable – De pequenos relógios que funcionam como celulares a coleiras que rastreiam a saúde e nutrição de animais de estimação, a tecnologia de vestir vem surgindo em diferentes áreas do consumo. Os baixos custos de produção e acesso fácil aos fabricantes das peças estão atraindo as empresas, a expectativa é que o setor movimente mais de U$ 8 milhões até 2018.

• Desenvolvimento de software para empresas – Com o mercado cada vez mais competitivo, tanto no mundo online quanto no mundo real, as empresas vêm buscando a tecnologia para se diferenciar dos concorrentes. Principalmente os que possam fornecer análises profundas para negócios que buscam novas formas de oferecer seus produtos e assegurar que eles atinjam a maior quantidade possível de consumidores. As receitas desse setor cresceram quase 15% no ano passado.

• Segurança cibernética – Nos últimos anos é algo que vem preocupando muitos varejistas por conta de fraudes com cartões de crédito e débito, por isso as empresas estão investindo pesado em segurança de rede, criando boas oportunidades para as empresas especializadas nesse tipo de proteção.

• Tecnologia verde – Não é algo novo, mas empreendedores estão empolgados com o que vem chamando de soluções de tecnologia verde, inovações no modelo de negócio que buscam acelerar a adoção de energia limpa sem assumir os riscos e os encargos associados a fabricação.

Com esses mercados temos também as franquias que vêm desenvolvendo um crescimento bastante interessante para os novos empreendedores, franquias que custam valores pequenos e com grandes oportunidades de alavancar o pequeno e médio empreendedor ao sucesso na vida empresarial.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

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