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Artigos

Os triglicerídeos são um tipo de gordura presente no sangue, que quando se encontra elevado, aumenta o risco de doenças cardíacas e de derrame, principalmente quando o colesterol também está alto.

Os triglicerídeos são considerados altos quando seus valores são iguais ou superiores a 150 ml/dl em jejum e, por isso, quem sofre com este mal deve ter o cuidado de seguir corretamente o tratamento proposto pelo médico e a dieta orientada pelo nutricionista.

Os triglicerídeos baixos geralmente estão relacionados à desnutrição, má-absorção de nutrientes e hipertireoidismo.

Sintomas de triglicerídeos altos
Os sintomas de triglicerídeos altos nem sempre estão presentes, no entanto, alguns sinais que podem indicar que os triglicerídeos estão elevados são:
• Acúmulo de gordura na barriga e em outras regiões do corpo;
•Pequenas bolsas de cor pálida que se formam na pele, especialmente próximo aos olhos, cotovelos ou dedos, chamadas cientificamente de xantelasma.

Normalmente, o que causa os triglicerídeos altos são a má alimentação e o sedentarismo, mas existem outros fatores como a ingestão de medicamentos e doenças genéticas.

As consequências dos triglicerídeos altos podem ser aterosclerose, pancreatite, esteatose hepática, derrame cerebral (AVC) ou isquemia cerebral.

O que fazer para baixar os triglicerídeos altos
O que se pode fazer para baixar os triglicerídeos altos é comer uma laranja com bagaço todos os dias. O bagaço da laranja é rico em fibras solúveis que ajudam naturalmente a baixar a quantidade de gordura no sangue.

Além disso, é importante fazer uma dieta e praticar exercícios físicos regularmente.

Veja outras formas para reduzir os triglicerídeos altos em: Como reduzir os triglicerídeos.

O que comer para triglicerídeos altos
Em caso de triglicerídeos altos, recomenda-se comer:
•Alimentos saudáveis, como saladas, legumes, verduras, grãos, carnes magras, queijo branco;
•Evitar o açúcar, substituindo-o por adoçante, sempre que possível;
•Trocar os doces por frutas frescas.

Cerca de 80% dos triglicerídeos presentes na circulação sanguínea provêm da alimentação, por isso, alimentar-se de forma saudável é fundamental para o sucesso do tratamento.

Saiba mais sobre a dieta para triglicerídeos.

Triglicerídeos altos na gravidez
Ter os níveis de triglicerídeos altos na gravidez é normal. Durante esta fase é normal os triglicerídeos triplicarem, mas mesmo assim, é importante a prática regular de atividade física e diminuir o consumo de gorduras e de carboidratos e açúcar.

Por Dr. Arthur Frazão

Empreender é necessário, manter e renovar é o diferencial para o mundo dos negócios.
As oportunidades são tantas que transformam o mundo dos negócios em uma verdadeira armadilha empresarial. Empreender em um país onde você inicia seu negócio com as portas fechadas ao tentar agilizar qualquer documentação necessária do poder público, naquele momento você passa a ser refém das dificuldades ou meramente mais um participante da corrupção brasileira, o “velho jeitinho” é traduzido com alguns benefícios que um futuro empreendedor já inicia usando o mau hábito brasileiro.

Os demais que tentarão as vias tradicionais arcarão com o prejuízo do tempo perdido. Inicia-se uma batalha dura e longa pela falta de crédito e novos investimentos, planejar ao longo prazo com margens de ganhos pequenos e sustentáveis são situações totalmente fora dos padrões brasileiros, os negócios em nosso país são tratados no imediatismo financeiro, a mantença é defendida aos olhos de uma grande lucratividade com a rapidez da tirada do investimento. Levar a pauta de reuniões dessas novas organizações, um planejamento de longa duração e sustentabilidade aplicado a modelos tradicionalistas mundialmente é pensar fora do contrato nacional.

A luta de manter e consolidar um novo negócio é traduzir todo o seu conhecimento e pesquisar a renovação diária e ser aberto para eventuais mudanças ou ajustes necessários. Uma verdade, verdadeira, o dinheiro não leva desaforo para casa, a perda não retornará a ser um ganho, é necessário nesse novo mundo dos negócios sabedoria, habilidade, esforço e também altas doses de sorte. Alguns empreendedores, principalmente os marinheiros de primeira viagem confunde a ideia da sua empresa com o garimpo de uma pedra preciosa, esse engano pode ser fatal, é como se fosse buscar essa pedra preciosa todos os dias, mesmo sendo de valores menos significativos, mas como sendo um achado determinante para o sucesso da empresa.

Empreender torna-se uma tarefa extremamente sutil, onde é colocado diante de uma prateleira sofisticada e exigente. Fica claro a necessidade de um bom serviço e de boas mercadorias para traduzir em uma boa harmonia, arrancando aqui e ali aplausos e traduzindo na repetição de novas compras e demonstrando novos acertos diários. Suficiente para validar cada dia que voltamos para casa felizes por poder desfrutar o sono de quem voltará no próximo dia para reabrir a empresa.

O garimpo diário começa novamente, com a busca de diferenças incrementais, na insistência de achar novos produtos, serviço ou atenção que vinculará aqueles clientes à empresa. São as chamas de encontrar a melhor maneira de atender, de vender, de entregar um produto ou serviço de qualidade todos os dias. Se você aceitar essa condição do garimpo diário do bom atendimento com possibilidades de agregar valores, o sucesso do seu empreendimento se manterá sempre em aberta. Lembrando que não podemos perder o foco da sensibilidade de empreendedor que busca satisfazer as necessidades mais sutis de sua clientela que usam os produtos e serviços que procuram na sua empresa, apenas para se confirmarem humanos.

As necessidades basilares são meramente indispensáveis no comportamento humano, fica a cada dia evidenciado que as organizações precisam acreditar, investir e requalificar seus colaboradores. Com o olhar focalizado na integração participativa das pessoas na busca do sucesso planejado.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

Contra fatos não há argumentos. O que acontece atualmente com relação ao desabastecimento de água em São Paulo, enquadra-se na retórica de que uma mentira repetida muitas vezes acaba virando verdade.

O governo paulista insiste em negar que se as obras necessárias tivessem sido realizadas, poderia ser menos dramática a atual situação. E insiste ainda em responsabilizar São Pedro pelo caos evidente. A culpa não é da seca! A seca é parte do problema, pois desde sempre se soube que ela poderia vir.

Os gestores públicos também negam que existe racionamento, afirmando que o abastecimento de água está garantido até março de 2015, apesar de, na prática, o racionamento existir oficialmente em dezenas de municípios.

Em visita ao interior de São Paulo, no inicio de agosto, pude constatar uma situação que ainda não tinha me dado conta. A gravidade da crise hídrica atinge não apenas a região metropolitana da capital, como a imprensa dá a entender ao enfatizar o colapso do sistema Cantareira, mas atinge todo o Estado mais rico da União.

Dos 645 municípios paulistas, a Sabesp (Companhia de Saneamento Básico de São Paulo) é responsável por fornecer água a 364, quem somam um total  de 27,7 milhões de pessoas. Nos outros 281 municípios (não abastecidos pela Companhia), o abastecimento de água a 16 milhões de pessoas fica a cargo das próprias prefeituras ou de empresas por elas contratadas.

Se, por um lado, a companhia estadual de abastecimento nega haver adotado rodízio de água em qualquer um dos municípios atendidos por ela, inclusive na capital, tal afirmação é logo desmentida pelos usuários que relatam interrupções no abastecimento, principalmente à noite.

Nos municípios não atendidos pela Sabesp, medidas restritivas estão sendo tomadas por centenas de empresas e gestores locais devido à crise. Em Guarulhos, na grande São Paulo, o abastecimento de 1,3 milhões de moradores é atendido por um serviço municipal, o SAAE (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), e seus moradores passam sem água um em cada dois dias.

Em 18 municípios, cerca de 2,1 milhões de pessoas estão submetidas ao racionamento oficial no estado de São Paulo, correspondendo a 5% da população total, segundo levantamento do jornal Folha de São Paulo (11/Ago). Além do racionamento, medidas de incentivo à economia de água têm sido adotadas, indo desde multas para reprimir o desperdício a campanhas com rifas de carro e TV para quem poupar e reduzir o consumo voluntariamente.

O que chama a atenção de todos, além da dimensão estadual da crise hídrica em São Paulo, é a insistência dos gestores em negar a existência do racionamento na área de atuação da Sabesp – mesmo contestados pelos moradores, que sofrem na prática com o rodízio provocado pela companhia, com cortes crescentes no fornecimento de água.

A contrapartida do poder é a ação responsável. E o governo paulista tem se mostrado irresponsável com o seu povo, além de incompetente e medíocre para resolver questões básicas para a sua população. É hora de assumir a gravidade da situação e dos erros cometidos, e, naturalmente, fazer as obras urgentes e necessárias para garantir o fornecimento seguro deste bem fundamental à vida. Chega de hipocrisia, chega de culpar São Pedro que não pode se defender.

Por Heitor Scalambrini Costa – Professor da UFPE

Empreender é necessário, manter e renovar é o diferencial para o mundo dos negócios.

As oportunidades são tantas que transformam o mundo dos negócios em uma verdadeira armadilha empresarial. Empreender em um país onde você inicia seu negócio com as portas fechadas ao tentar agilizar qualquer documentação necessária do poder público, naquele momento você passa a ser refém das dificuldades ou meramente mais um participante da corrupção brasileira, o “velho jeitinho” é traduzido com alguns benefícios que um futuro empreendedor já inicia usando o mau hábito brasileiro.

Os demais que tentarão as vias tradicionais arcarão com o prejuízo do tempo perdido. Inicia-se uma batalha dura e longa pela falta de crédito e novos investimentos, planejar ao longo prazo com margens de ganhos pequenos e sustentáveis são situações totalmente fora dos padrões brasileiros, os negócios em nosso país são tratados no imediatismo financeiro, a mantença é defendida aos olhos de uma grande lucratividade com a rapidez da tirada do investimento. Levar a pauta de reuniões dessas novas organizações, um planejamento de longa duração e sustentabilidade aplicado a modelos tradicionalistas mundialmente é pensar fora do contrato nacional.

A luta de manter e consolidar um novo negócio é traduzir todo o seu conhecimento e pesquisar a renovação diária e ser aberto para eventuais mudanças ou ajustes necessários. Uma verdade, verdadeira, o dinheiro não leva desaforo para casa, a perda não retornará a ser um ganho, é necessário nesse novo mundo dos negócios sabedoria, habilidade, esforço e também altas doses de sorte. Alguns empreendedores, principalmente os marinheiros de primeira viagem confunde a ideia da sua empresa com o garimpo de uma pedra preciosa, esse engano pode ser fatal, é como se fosse buscar essa pedra preciosa todos os dias, mesmo sendo de valores menos significativos, mas como sendo um achado determinante para o sucesso da empresa.

Empreender torna-se uma tarefa extremamente sutil, onde é colocado diante de uma prateleira sofisticada e exigente. Fica claro a necessidade de um bom serviço e de boas mercadorias para traduzir em uma boa harmonia, arrancando aqui e ali aplausos e traduzindo na repetição de novas compras e demonstrando novos acertos diários. Suficiente para validar cada dia que voltamos para casa felizes por poder desfrutar o sono de quem voltará no próximo dia para reabrir a empresa.

O garimpo diário começa novamente, com a busca de diferenças incrementais, na insistência de achar novos produtos, serviço ou atenção que vinculará aqueles clientes à empresa. São as chamas de encontrar a melhor maneira de atender, de vender, de entregar um produto ou serviço de qualidade todos os dias. Se você aceitar essa condição do garimpo diário do bom atendimento com possibilidades de agregar valores, o sucesso do seu empreendimento se manterá sempre em aberta. Lembrando que não podemos perder o foco da sensibilidade de empreendedor que busca satisfazer as necessidades mais sutis de sua clientela que usam os produtos e serviços que procuram na sua empresa, apenas para se confirmarem humanos.

As necessidades basilares são meramente indispensáveis no comportamento humano, fica a cada dia evidenciado que as organizações precisam acreditar, investir e requalificar seus colaboradores. Com o olhar focalizado na integração participativa das pessoas na busca do sucesso planejado.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

E ncerrado o prazo legal (em 5 de julho) para o registro das candidaturas ao pleito presidencial de 2014, onze candidatos se registraram junto ao Tribunal Superior Eleitoral. De acordo com os dados apresentados pelos partidos políticos, o gasto estimado com a campanha será próximo de R$ 1 bilhão de reais. Com nove concorrentes, a campanha presidencial de 2010 totalizou despesa de R$ 289,20 milhões (em valores da época).

Sabemos nós, moradores da ilha da fantasia chamada Brasil, que os valores oficiais apresentados estão longe de representarem o que realmente se gasta em uma campanha eleitoral. Nada se fala dos valores paralelos, o “caixa dois” ou outro nome que se queira dar. Portanto, sem medo de errar, podemos multiplicar por três os gastos oficiais sugeridos para 2014. O que elevaria os gastos na campanha à Presidência da República deste ano para mais de três bilhões de reais. Numero impressionante por si só, mas quando se agregam os gastos das candidaturas a governador, deputados federais e estaduais pelo país afora, verifica-se uma deformação, pois as grandes somas em dinheiro envolvidas acabam anulando a vontade popular. Desta forma, o voto não representa mais o cidadão. É o poder econômico que elege para atender aos seus interesses mesquinhos.

O financiamento das campanhas no Brasil, ou seja, o modo como os partidos políticos custeiam suas campanhas eleitorais, segundo a legislação vigente, pode vir de recursos públicos e privados. Oficialmente, a forma de arrecadação e de aplicação dos recursos são submetidas a um complexo conjunto de regras que deveriam controlar, enquadrar e multar o candidato, sempre que houvesse abusos contra as regras eleitorais. Mas não servem para muita coisa. Regras podem ser boas quando cumpridas, no entanto, na ilha da fantasia, é tudo “faz de conta”. A fiscalização praticamente não existe. E quem deveria fazê-la “olha para o outro lado”. Uma vergonha.

Quanto à origem, os recursos destinados às campanhas eleitorais podem ser recursos próprios dos candidatos, doações de pessoas físicas, doações de pessoas jurídicas, doações de outros candidatos, de comitês financeiros ou partidos políticos, receitas decorrentes da comercialização de bens e serviços ou da promoção de eventos, bem como da aplicação financeira dos recursos de campanha.

O projeto Às Claras (http://www.asclaras.org.br/@index.php), atuando desde 2002, mostra que as eleições no país são “compradas” pelos grandes grupos econômicos, que se constituem na fonte mais importante de financiamento das campanhas. As empreiteiras dominam as doações. Para elas é um investimento com retorno certo. Segundo o Instituto Kellog para cada real doado a candidatos, as empresas obtêm R$ 8,50 em contratos públicos.

Os maiores financiadores de campanhas, não por acaso, são justamente aqueles com interesse em licitações de serviços públicos. As mais conhecidas no Brasil, por sua atuação no setor de construção civil, as chamadas “quatro irmãs” – Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez – são as maiores financiadoras das eleições. Alguma dúvida do porquê destas empresas e suas terceirizadas dominam o cenário das obras publicas?

A farsa da democracia é construída desde a legislação eleitoral, que determina as regras do jogo, indo até o empresariado que financia as grandes campanhas eleitorais. Daí a necessária reforma política. Não se pode admitir que nosso país tenha “donos”. Obviamente uma reforma substantiva não ocorrerá com este Congresso Nacional. E talvez com nenhum outro, enquanto não alterarmos sua atual genética, moralmente corrompida.

Para quem ainda não desistiu, a participação é a pedra de toque para as mudanças que a maioria deseja para o país. Se discutirmos sobre as próximas eleições tanto quanto se discutiu sobre o acidente que tirou Neymar da seleção brasileira, com certeza estaremos no caminho para construir um país melhor para a maioria do seu povo.

Por Heitor Scalambrini Costa – Professor da UFPE

A Logística para mudar o mundo
Nos últimos anos a logística, principalmente a internacional, vem tendo um forte crescimento, sabemos que nos anos anteriores a preocupação era a chegada das mercadorias em seus destinos, hoje, com a desenvoltura da tecnologia, temos o rastreamento, a otimização, o armazenamento, enfim temos os processos logísticos com mais qualidade e profissionalismo. Traduzindo em confiança aos usuários das importações e exportações, fazendo um intercambio entre as nações, das suas tecnologias em diversas áreas e buscando cada vez mais o aprimoramento na eficiência da prestação de serviço.

Desenvolvimento
Nos últimos anos, nunca se falou tanto em logística ou seu desenvolvimento necessário no Brasil, a necessidade mediante ao crescimento econômico, onde o país no seu crescimento se destaca a nível mundial. Os investimentos são diversificados a níveis de setores, abrangendo novos espaços na logística. O termo por si só é conceituado em duas formas, a rudimentar e a holística, podemos manter uma igualdade em nossos pensamentos. O rudimentar destaca o transporte e a distribuição, no holístico temos vários setores como financeiro, recursos humanos, informações, infraestrutura, custos, compromisso com o social e meio ambiente, eficácia, eficiência e metas estabelecidas. Sabemos que o grande problema no Brasil é a infra estrutura, dificultando o seu desenvolvimento, um grande problema é o transporte rodoviário de cargas, principalmente nas longas distâncias e com mercadorias de grande volume e menor valor. Para termos um bom entendimento, devemos avaliar a pesquisa do FMI que estima o PIB mundial na logística em 12%, nos Estados Unidos abaixo dos 10%, no Brasil em torno dos 25% onde os dados não são nada animadores, são reflexos da falta de investimento em infraestrutura. Encontramos na pesquisa um fator de alto custo no Brasil, a formação da distribuição em seus modais, o transporte rodoviário com aproximadamente 60.49% das cargas transportadas, o ferroviário com 20.86%, aquaviário com 13.86%, dutoviário com 4.46% e o aéreo com 0.33% no território nacional. Algumas razões para essa diferença em seus custos comparados com de outros países, são elas: predominância do modal rodoviário, falta de manutenção nas rodovias, pouca eficiência dos nossos portos e aeroportos, a falta de uma navegação de cabotagem, pouco uso da malha ferroviária e a falta da multimodalidade em transportes. Os países que atingiram elevado desenvolvimento foram os que investiram em infraestrutura, transporte de boa qualidade entre a produção e o consumo, existência de terminais de qualidade, rodoviários, ferroviários, aéreos e portos em geral, equilíbrio na distribuição, nas modalidades de transportes, multimodalidade e otimização de custos. Sabemos que ainda é necessário rapidez nos procedimentos de carga e descarga, exportação e importação e sistema da informação confiável e eficaz.

Serviços prestados
As funções logísticas são segmentadas nas atividades básicas e seu gerenciamento, as básicas são as de transporte, armazenagem. Empacotamento, etiquetagem e código de barra. As de gerenciamento são as que adicionam valor ao produto ou serviço prestado. Nas melhores operadoras existem destaque em alguns serviços nesses longos anos como logística integrada, produção sem estoque, gestão na cadeia de suprimentos, intermodal, frota dedicada, logística reversa, embalagens, sistema de informação, sistema EDI, comunicação por satélite e rastreamento, esses são os destaques nos serviços integrados com a tecnologia da informação. As empresas contratam os operadores logísticos com intuito de focar nas suas atividades afins e pela redução do investimento que requer um valor agregado bastante elevado, pelas necessidades de armazém, frota de caminhões, condição tecnológica de ponta e contando com a gestão dos processos. O rastreamento posicionando os clientes com agilidade e eficiência e o know-how dos operadores, são fatores estimulantes no processo decisório dos usuários em utilizar a terceirização, por traduzir em rapidez e agilidade por causa dos volumes operacionalizados em sua distribuição. Nessas condições as empresas deixam a cargo dos operadores todo o planejamento desde a coleta até a entrega, possibilitando os contratantes focarem em suas competências, as indústrias são as que mais utilizam os serviços das operadoras com seus produtos de consumo,computadores,automóveis, farmacêuticos e etc. O que vem acontecendo no mercado mundial são as transformações em relação a tecnologia na prestação de serviços, cada dia os clientes estão menos fiéis aos seus fornecedores, a fidelidade passa a ser transformada em outras questões como redução de custos, tempo do recebimento do produto, alta competitividade do mercado, essas transformações em relação à distribuição e qualidade agregando seus preços, trazem a pulverização dos serviços transformando as empresas em uma concorrente dos correios, forçando maiores investimentos para atrair novos clientes e poder estabelecer uma estrutura altamente ramificada. Com essas modificações no mercado, os usuários passaram a ter maiores economias em suas despesas, por utilizar nos veículos espaços de suas necessidades e não precisando arcar com a ociosidade, transformando o que era custo fixo em variável.

Os economistas desenvolveram várias teorias para explicar porque os países comercializam entre si. A principal teoria econômica é quando uma nação é capaz de produzir certo tipo de mercadoria com mais eficiência dos outros países, esse país negociará com outras nações que produzam outra mercadoria de forma mais eficiente. Em situações mais práticas, os profissionais de logística internacional devem conhecer as particularidades do ambiente internacionais, esses ambientes são definidos pelas diversidades culturais, existem diferenças entre países e também entre regiões, entre setores, entre empresas sendo do mesmo país ou não. O restante do ambiente internacional é mais simplificado e de fácil compreensão. Os países têm diferentes abordagens ao sistema legal. Modo de governar e funcionamento de suas economias, traduzindo todos têm seus modelos particulares aonde alguns itens são semelhantes ou não.

Nos últimos 30 anos, a logística evoluiu substancialmente até meados dos anos 80, a preocupação dos gestores era assegurar a chegada das mercadorias em perfeitas condições e com seus custos reduzidos. Os contêineres mudaram por completo o conceito da logística internacional, antes o processo marítimo era lento e trabalhoso e passaram a ser rápido e mais barato, os gastos com mão de obra portuária diminuíram, os navios ficaram mais produtivos e menos ociosos.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

Persiste entre formadores de opinião, o uso pejorativo do termo “ambientalista”, visando depreciar os cidadãos que lutam pela causa ambiental, além de tentarem esconder outras intenções, menos ingênuas, como fazer o jogo dos poderosos, dos poluidores, que têm seus interesses contrariados pela persistência daqueles que defendem a preservação do meio ambiente e das condições de vida no planeta.

Os últimos relatórios dos grupos de trabalho do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) mostram inquestionavelmente que a ação humana é a principal causa da elevação da temperatura média da Terra, ou aquecimento global. Mesmo assim, interesses poderosos das indústrias de combustíveis fósseis e nucleares, da agroindústria, dentre outros, continuam a negar este fato, financiando campanhas que atacam aqueles que propõem mudanças no atual estilo de vida perdulário, no consumo e na produção de matérias primas e energia.

O crescimento sempre foi um objetivo da política econômica. Acreditava-se que o aumento da renda de um país fosse suficiente para proporcionar uma vida melhor a seus habitantes. Portanto, a partir de uma análise simplificada, geralmente utilizando o Produto Interno Bruto (PIB) como indicador base, bastava o anúncio de seu aumento, para que se aceitasse que os indicadores de bem estar o estavam acompanhando. Isto de fato não acontece.

Já há alguns anos, verificam-se os danos causados pela atividade econômica sobre o planeta. Em nome do crescimento a qualquer preço, tudo é permitido, inclusive a destruição do meio ambiente. São incontestes as evidencias de que não é mais possível crescer e enriquecer para melhorar a qualidade de vida da maioria da população. Ou seja, manter os padrões atuais de produção e consumo esbarra nos limites físicos do nosso planeta.

Estamos recebendo sinais de reação da Terra à quantidade excessiva de gases emitidos, que geram o denominado “efeito estufa”, em particular devido ao CO2 (dióxido de carbono), pelo uso massivo dos combustíveis fósseis. A Terra reage também ao desmatamento desenfreado das florestas para diferentes finalidades, ao desperdício e poluição das fontes de água doce, reduzindo assim sua disponibilidade pelo uso irracional desse bem fundamental para a vida.

O IPCC, através de seus relatórios e pareceres, traz conclusões científicas irrefutáveis sobre o aquecimento global, que provoca um aumento significativo na frequência e na intensidade dos “desastres naturais”. A concentração de CO2 na tênue atmosfera que nos protege atingiu, em abril de 2014, 400 ppm (partes por milhão), superando o limite histórico. Valor emblemático, pois este é valor considerado pelos cientistas como limite para evitar os piores cenários do clima. Segundo o IPCC, acima de 400 ppm de CO2 a temperatura média do planeta poderá subir entre 2 a 5 graus centígrados até o final deste século, e isto poderá provocar a aceleração do degelo, tempestades mais violentas, graves impactos sobre a biodiversidade, com a inevitável extinção de espécies, e milhões de refugiados ambientais, os quais terão de buscar outros lugares para viver.

No entanto, mesmo com todas as catástrofes recentes, em todo o mundo, e com os claros alertas científicos do IPCC, continuamos sem dar a devida atenção ao maior desafio de nosso tempo: as mudanças climáticas. Elas estão entre nós e estão se acelerando.

Por Heitor Scalambrini Costa – Professor da UFPE

O Brasil das desigualdades em seus municípios
Segundo levantamento do índice Firjam de desenvolvimento Municipal (IFDM), 55% das cidades brasileiras têm desenvolvimento médio, lamentavelmente existe um processo discriminatório em relação às cidades do Norte e Nordeste em relação ao Sul e Sudeste. O país não conseguiu romper com o abismo da desigualdade regional.

De acordo com o estudo, a atual dinâmica de desenvolvimento das cidades, as regiões Norte e Nordeste levariam 29 e 26 anos respectivamente para alcançar os indicadores registrados em 2011 pelo Sul do país, são 92,3% dos municípios que registraram desenvolvimento moderado ou alto. O levantamento é a partir de dados nacionais sobre educação, saúde, emprego e renda. O país atingiu a média de 0.7320 pontos. A escala define que até 0,4 o desenvolvimento é baixo. Entre 0,4 e 0,6 a avaliação é regular, entre 0,6 a 0,8 o desenvolvimento é moderado e acima desse patamar estão os municípios com alto desenvolvimento.

O resultado do país é 1,8% superior ao do ano anterior. É a primeira vez que o índice registra o critério “desigualdade” no cálculo do desenvolvimento, os dados reforçam a distância entre as regiões. Os 500 municípios com os resultados mais baixos com a média de 0,4231 precisariam 13 anos para atingir o patamar dos 500 municípios mais desenvolvidos com média de 0,8179 considerada alta na classificação.

A comparação considera o ritmo de crescimento dos últimos 5 anos. Há uma evolução inequívoca no período, mas os desafios mudaram, Norte e Nordeste avançaram muito, mas ainda estão longe do patamar Centro-Sul, os desafios mudaram e as exigências da sociedade são bem mais altas. A expectativa está no acesso e na qualidade de serviços prestados.

Entre os 500 municípios com as menores médias 36% estão na Bahia com 182 cidades, mais que o dobro do segundo estado com maior incidência, o Maranhão. O pior resultado foi de Santa Rosa dos Purus (AC) com índice de 0,281 pontos. No topo do ranking das dez primeiras posições liderado por Louveira (0.916 pontos) e São José do Rio Preto (0,915 pontos).

Esses levantamentos demonstram a ineficiência do aparato público quando falamos em investimentos. O Brasil não se reorganiza no quesito impostos, mantém uma política antiquaria com um falso volume em suas arrecadações. Tendo sempre um crescimento, mas por outro lado um crescimento desenfreado nas contas públicas. Sabemos que existe um percentual altíssimo na informalidade, essa prática passa a ser corriqueira no âmbito nacional e sabemos que acaba acontecendo a desigualdade aos que pagam seus abusivos impostos.

Ouvimos por diversos anos que precisamos fazer uma reforma tributária onde é necessário equilibrar nossos tributos para atrair a informalidade e inibir a sonegação. A mantenção desse regime tributário mostra que os políticos apenas têm o interesse de manter a pesada estrutura da máquina pública, deixando o país sempre no alerta quando falamos em investimentos estrangeiros ou mesmo nacionais. A velha desconfiança é atribuída pelos descasos sociais, não existem investimentos adequados na infraestrutura, educação, saúde e etc., e quando é feito temos o problema da qualidade dos fornecedores. Para terem uma margem absurda em seus lucros, utilizam de materiais ou serviços inferiores ao que sempre propõem em fazer, chamamos do velho jeitinho brasileiro.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

Ano de eleições presidenciais. Espera-se que os pré-candidatos se posicionem sobre os diferentes temas de interesse da população. E um dos mais importantes temas é sobre a questão energética. Até o momento, o quadro eleitoral apresenta sete pré-candidaturas. As três dos partidos que terão mais tempo na televisão e quatro dos “pequenos”. Estes em alguns casos fisiológicos, somente lançaram pré-candidaturas para negociar seus tempos de televisão, tendo também aqueles mais ideológicos, com posições bem definidas.

Neste espaço, sucintamente comentarei o que fizeram e o que propõem os pré-candidatos mais expostos na mídia com relação ao tema polêmico: energia nuclear. O que predomina em comum nas três pré-candidaturas é a visão tradicional de associar desenvolvimento a aumento de consumo, consequentemente à produção sempre crescente, necessitando mais e mais de matéria prima e energia. Portanto, são pré-candidaturas que defendem a construção crescente de usinas de energia, dentre elas as nucleares.

Outro aspecto comum é modelo de gestão pública que adotaram nos cargos executivos que ocuparam, lançando mão de privatizações, concessões, terceirizações e parcerias público-privadas. Esses instrumentos são orientados para viabilizar o maior lucro para as respectivas operadoras, mesmo sacrificando o interesse público e as necessidades básicas dos cidadãos. Nesse modelo, o Estado é capturado pelos interesses econômicos (privados) e atua em favor deles. O caso da energia é um exemplo claro, evidente.

A prestação dos serviços elétricos, essencial ao bem-estar e à soberania do país, tem sofrido nos últimos anos tropeços causados por políticas públicas contrárias aos anseios da população, que são a segurança energética com tarifas módicas e qualidade no fornecimento. O ex-ministro de Ciência e Tecnologia, ex-governador de Pernambuco e pré-candidato pelo PSB, teve papel de destaque no renascimento do programa nuclear brasileiro, prevendo no Plano Nacional de Energia 2030 a construção de quatro novas usinas nucleares no país. Quando governador defendeu a vinda de uma dessas usinas para Pernambuco.

Enquanto governador priorizou em trazer para Pernambuco termoelétricas movidas a combustíveis altamente poluentes, como o óleo combustível. Foi o pai da absurda proposta de patrocinar a instalação em Pernambuco da “maior termoelétrica do mundo”, com 1.300 MW de potencia instalada, movida a óleo combustível. Projeto que acabou sendo abortado pela pressão popular. O que não foi possível impedir foi à instalação de outra termoelétrica a óleo combustível, esta de 320 MW, em território pernambucano.

O pré-candidato do PSDB, na questão nuclear, não precisa (não falou ainda) dizer muita coisa, pois se conhece a posição desse partido e de seus membros de apoio à instalação de usinas nucleares no país. O mais recente episodio nessa área está sendo protagonizado por um deputado paranaense, que apresentou em 2007 a Proposta de Emenda à Constituição – PEC nº 122, que visa modificar os artigos 21 e 177 da Constituição Federal para excluir do monopólio da União a construção e operação de reatores nucleares para fins de geração de energia elétrica. Hoje, só a empresa estatal Eletronuclear constrói e opera no setor. Caso seja aprovada, aquela PEC permitirá a entrada de empresas estrangeiras na geração nucleoelétrica. Esta proposta está preste para ser submetida à votação em plenário.

Quanto à visão estratégica em relação à energia elétrica, não se pode esquecer que, quando estava no poder, o PSDB levou o país ao desabastecimento e racionamento energético em 2000/2001. Não precisa falar muita coisa mais sobre o que nos espera com o retorno desse partido político ao Executivo nacional. E o PT, esses 12 anos em que esteve no poder, não somente fez renascer o Programa Nuclear Brasileiro, com a construção de Angra III, que estava havia mais de 20 anos parada, como, por meio da aprovação do Plano Nacional de Energia 2030, propôs a instalação de mais quatro novas usinas nucleares no país, sendo duas no Nordeste e duas no Sul/Sudeste. A contradição é evidente, pois vários de seus membros eram totalmente contrários ao uso da fonte nuclear. Mas, ao chegarem no poder…

Além, é claro, da “maior especialista em energia”, a ex-ministra das Minas e Energias e atual Presidente da República, ter desarranjado por completo o sistema elétrico nacional, submetendo os consumidores a tarifas “padrão FIFA”, e trazer de volta o risco do desabastecimento elétrico. Bem, esta é uma realidade nada alvissareira para quem em 2014 irá votar e escolher o Presidente do país. Temos também outras pré-candidaturas que merecem atenção sobre esta temática. Duas delas, a do PV e da PSol, posicionam-se contrarias à instalação de usinas nucleares.

Por Heitor Scalambrini Costa – Professor da UFPE

Um Brasil que começa a perder o rumo na economia.

Um país na contramão de uma política estável em sua economia, mesmo tendo um recorde histórico na arrecadação de impostos e contribuições federais em janeiro de 2014 comparando a receita de qualquer mês do passado, chegando aos 123,6 bilhões de reais, mas não conseguindo frear os aumentos dos produtos básicos e seus similares, transformando em um verdadeiro risco do retorno inflacionário, a estabilidade da moeda está bastante ameaçada e pior ronda o futuro do Brasil. O desespero da equipe econômica é evidente e a única ação para conter o avanço inflacionário é o aumento da taxa Selic, onde tentam para o consumo, mas sabem que, ao mesmo tempo, bloqueiam o crescimento da economia e sabemos das grandes ameaças ao desemprego. Esse vai e vem deflagra uma inquietação ao empreendedor brasileiro, sua tentativa de manter suas operações dentro da estrita legalidade tem dificuldades para conseguir seguir em frente. Já se paga um preço alto por sua vexatória burocracia brasileira, ainda para somar temos o maior aumento na taxa básica de juros desde a posse da presidenta Dilma de 11%, somando ao novo aumento da energia elétrica em quase 18%, aonde é que o povo brasileiro pode acreditar em uma taxa inflacionária na casa dos 6%, estamos vivendo um momento bastante delicado e com projeções totalmente negativas para o futuro do Brasil.

Na média dos três anos do governo Dilma, a economia do país avançou apenas 2%, mas vários fatores contribuíram para a frustração, dentre os quais o esfriamento do consumo diante dos juros altos, créditos restritos, inadimplência elevadas e preços altos em alimentos e serviços, muitas famílias reduziram suas cestas de consumo e não praticaram novas compras em relação a investimentos em suas moradias, trazendo uma verdadeira recessão, um descompasso no setor externo contribuindo negativamente nas importações. As previsões para 2014 são de mais de um ano fraco em seu crescimento econômico diante das previsões de desaceleração do emprego e do rendimento, da inflação alta e do crédito restrito, além da fraca confiança de empresários e consumidores, lembrando que esses dois últimos itens limitaram o desempenho da economia em 2013 trazendo previsões em torno de 1.8% A 2.2% para 2014.

Não tenho dúvida que o governo Dilma vem errando pontualmente em vários segmentos, trazendo no seu conjunto uma postura arrogante querendo apenas ser afilhada e protegida do revolucionário presidente Lula, mas o tempo passou, a época é outra e o Brasil precisa urgentemente mudar a postura do seu governo. O escândalo da Petrobras deixa um sentimento de traição ao povo brasileiro, de falsas combinações políticas e vergonhosas nas notícias mundiais, somos e seremos descriminados perante o mundo, não podemos acreditar que o ex-presidente Collor saiu beneficiado pela justiça brasileira, com um simples ato de prescrição pelo tempo. Gostaria de saber se qualquer família brasileira teria esse privilégio, somos ainda um país jovem com grande potencial para um dia ser uma nação respeitada perante o mundo.

Por Jurandir Filho, jurandir.filho.adm@hotmail.com

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