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Cultura

O pernambucano Dominguinhos gravou mais de trinta discos e venceu importantes prêmios, como o Shell de Música de 2010 e o Grammy Latino de 2002. “Para muitos artistas, ele representava uma escola de música. Era um mestre, que transitava por praticamente por todos os gêneros, do jazz e bossa nova ao forró. Se Luiz Gonzaga imortalizou o forró, Dominguinhos o urbanizou e fez o ritmo ser admirado por todo o país”, afirma o pesquisador Paulo Wanderley, criador do site wwww.luizgonzaga.com.br.

Para o pesquisador, a obra de Dominguinhos é única. “É uma perda irreparável. O Brasil tem bons músicos, mas hoje não enxergo um sucessor para Dominguinhos. Pode surgir, mas acho difícil. Ele transcende sua genialidade musical. Era um artista completo, além de uma pessoa humilde, generosa e de caráter. Um ser humano como poucos”, afirmou.

O jornalista José Teles, crítico musical do Jornal do Commercio, também acha que o espaço deixado pelo sanfoneiro não tem como ser ocupado. “Ele é insubstituível. Como Luiz Gonzaga não teve sucessor, Dominguinhos também não terá. Ele foi um grande parceiro de Gonzagão, compositor de grande parte das suas músicas. Assim como foi parceiro de nomes como Gilberto Gil, Chico Buarque e Nando Cordel. Ele não era um cantor regional, e sim de todos os ritmos”, disse o jornalista.

FALECIMENTO – O sanfoneiro pernambucano José Domingos de Moraes morreu às 18h desta terça-feira (23), aos 72 anos, em decorrência de complicações infecciosas e cardíacas, em São Paulo. O cantor lutava contra um câncer havia seis anos e estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Sírio-Libanês.

Fonte: NE 10.

(Foto: D.A. Press/DP)

(Foto: D.A. Press/DP)

O corpo do músico Dominguinhos está sendo velado na Assembleia Legislativa de São Paulo, na Zona Sul da cidade, desde as 6h desta quarta-feira. A mulher do sanfoneiro, Guadalupe Mendonça, divulgou através de uma nota no Facebook, que o velório terminará as 16h e, em seguida, o corpo transferido para o Recife. O enterro deve acontecer somente na sexta-feira (26).

“Velório na assembléria Legislativa de São Paulo. No Ibirapuera até as 16h de amanhã. Depois segue para Recife, onde será o funeral. Desde já agradecemos a todas as manifestações de apoio, nessa hora tão difícil para a família. Obrigada Nordeste! Obrigada Brasil!Guadalupe Mendonça”, escreveu.

O cantor Dominguinhos morreu na terça-feira (23), aos 72 anos, no Hospital Sírio-Libanês, depois de lutar contra um câncer de pulmão. Em dezembro o cantor foi internado no Recife e transferido para o hospital o Sírio-Libanês no dia 13 de janeiro. Dominguinhos apresentava insuficiência ventricular, arritmia cardíaca e diabetes. A morte foi causada por complicações infecciosas e cardíacas.

Fonte: Diario de Pernambuco.

Morreu nesta quarta-feira o último cangaceiro do bando de Lampião, Manoel Dantas Loiola tinha, de 97 anos, mais conhecido como Candeeiro. Ele estava internado desde a semana passada no Hospital Memorial de Arcoverde depois de sofrer um derrame e onde faleveu na madrugada de hoje. O sepultamento está marcado para as 16h, no Cemitério da cidade de Buíque.

Pernambucano de Buíque (a 258 quilômetros do Recife), Manoel ingressou no bando de Lampião em 1937, mas afirmava que foi por acidente. Trabalhava em uma fazenda em Alagoas quando um grupo de homens ligados ao famoso bandido chegou ao local. Pouco tempo depois, a propriedade ficou cercada por uma volante e ele preferiu seguir com os bandidos para não ser morto.

No final da vida, atuava como comerciante aposentado na vila São Domingos, distrito de sua cidade natal. Atendia pelo nome de batismo, Manoel Dantas Loyola, ou por outro apelido: seu Né. No primeiro combate com os “macacos”, quando era chamado de Candeeiro, foi ferido na coxa. O buraco de bala foi fechado com farinha peneirada e pimenta.

Teve o primeiro encontro com o chefe na beira do Rio São Francisco, no lado sergipano. “Lampião não gostava de estar no meio dos cangaceiros, ficava isolado. E ele já sabia que estava baleado. Quandosoube que eu era de Buíque, comentou, em entrevista concedida ao Diario em 2018: ‘sua cidade me deu um homem valente, Jararaca'”.

Candeeiro dizia que, nos quase dois anos que ficou no bando, tinha a função de entregar as cartas escritas por Lampião exigindo dinheiro de grandes fazendeiros e comerciantes. Sempre retornava com o pedido atendido. Ele destaou que teve acesso direto ao chefe, chegando a despertar ciúme de Maria Bonita. Em Angicos, comentou que o local não era seguro. Lampião, segundo ele, reuniria os grupos para comunicar que deixaria o cangaço. Estava cansado e preocupado com o fato de que as volantes se deslocavam mais rápido, por causa das estradas, e tinham armamento pesado.

No dia do ataque, já estava acordado e se preparava para urinar quando começou o tiroteio. “Desci atirando, foi bala como o diabo”. Mesmo ferido no braço direito, conseguiu escapar do cerco. Dias depois, com a promessa de ser não ser morto, entregou-se em Jeremoabo, na Bahia, com o braço na tipóia. Com ele, mais 16 cangaceiros. Cumprindo dois anos na prisão, o Candeeiro dava novamente lugar ao cidadão Manoel Dantas Loyola. Sobre a época do cangaço, costumava dizer que foi “história de sofrimento”.

Fonte: Diario de Pernambuco.

Os habitantes do município de Paulista, no Grande Recife, passam a contar a partir desta quarta-feira (17) com um conservatório de música na cidade. O espaço funcionará no Centro Educacional Manoel Vitor, na Avenida Marechal Floriano Peixoto, ao lado do prédio do Teatro Paulo Freire, no Centro do município. Até o momento, cerca de 100 pessoas já se inscreveram para assistir às aulas.

O conservatório oferecerá gratuitamente aulas teóricas e práticas para pessoas de todas as idades. Entre as modalidades estão: canto coral e solo, bateria, violão, violino, percussão, teclado e saxofone. O trabalho é uma parceria entre a Prefeitura de Paulista e o Conservatório Pernambucano de Música.

As aulas vão acontecer de segunda a sábado e cada aluno pode participar de até duas modalidades. Os interessados devem comparecer ao local, aos sábados, a partir das 9h, para preencher ficha de inscrição. Menores de idade podem participar com autorização dos pais. De acordo com a assessoria de imprensa do município, ainda há vagas nas turmas de violão, violino, saxofone e teclado.

Fonte: JC Online.

Entrada-de-Igarassu

Descaso: Réplica da Canoa Grande está em completo abandono.

O ex-prefeito e deputado federal Severino de Souza Ninho (PSB), em entrevista à Folha Metropolitana, no dia 28 de maio, denunciou o abandono do Patrimônio Público, como o monumento histórico representativo da cidade de Igarassu, localizado na entrada do município.

Segundo ele, durante muito tempo criticou-se os prefeitos de Igarassu pelo fato de não haver ao longo da BR- 101 qualquer meio de divulgação que alertasse aos transeuntes sobre a existência, a menos de um Km da BR, do Sítio Histórico de Igarassu, monumento nacional e berço da nacionalidade. “Atento a isso, foi projetado e construído  quando fui prefeito da cidade, um dos mais belos monumentos que aludem à história de uma cidade. O monumento, construído na divisa de Cruz de Rebouças com Abreu e Lima, representa a história do município de Igarassu: a Canoa Grande”, comentou o deputado, lembrando que o topônimo Igarassu é de origem tupi-guarani; a igreja sobre a canoa grande, “isto lembra o início do povoamento e a vitória dos portugueses sobre os índios Caetés; o marco de pedra ao lado da igreja, lembra a posse da terra pelo donatário Duarte Coelho”, explicou o prefeito de Igarassu.

Lamentamos o desprezo com a nossa história e cultura. “Alheios à importância da história de Igarassu, o monumento foi abandonado à própria sorte desde a minha saída do governo”, criticou Ninho.

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