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Esporte

Neste domingo (26), quando mais de seis milhões de eleitores devem ir às urnas no segundo turno das eleições, o Recife Antigo de Coração terá sua programação normal, como no último domingo de cada mês. A 20ª edição do projeto, que é gratuito, terá o cantor André Rio como principal atração do polo cultural. Como sempre, também haverá atividades esportivas e infantis para o público.

A parte musical começa às 8h, com show de Maracambuco. A programação continua com Carlinhos Monte Verde, às 09h30; Sambê, às 11h; e Beto do Bandolim, com a participação de Valmir Chagas, a partir das 14h, no palco montado na avenida Alfredo Lisboa, no Marco Zero. Na Rua da Moeda, das 14h30 às 17h, tem show de Karina Spinelly.

O point da criançada será a Alfredo Lisboa, com brinquedo inflável, atividades esportivas e de recreação, exposição de álbuns de figurinhas e oficina de pintura. Na Avenida Rio Branco, o projeto contará, ainda, com venda de caricaturas; Gibiteca Sorrisos Geram Sorrisos; Espaço de Beleza do projeto Força na Peruca, projeto voluntário mantido por estudantes de medicina para apoio a mulheres com câncer; Campanha Além do Rosa, de prevenção do câncer de mama; exposição de fotos Um Olhar sobre o Amanhã; e exposição de carros antigos.

O público também contará com aluguel de bicicleta e patins na Rua do Bom Jesus; futebol americano e baseball, na avenida Rio Branco; rampas de skate na Alfredo Lisboa; futebol, vôlei, basquete, slackline e patinação artística, na avenida Marquês de Olinda; além de handebol e badminton, na rua Dona Maria César.

Ciclofaixa
Quem está acostumado com a tradicional Ciclofaixa de Turismo e Lazer deverá esperar até a próxima semana. Em atendimento a uma solicitação do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), a Secretaria de Turismo e Lazer do Recife informou que o projeto estará suspenso neste domingo. O cancelamento vale para os passeios de domingo do projeto Olha! Recife.

Confira a programação do Recife Antigo de Coração:

Polo Cultural
– Venda de Caricaturas: Avenida Rio Branco – 8h às 17h;
– Sorrisos Geram Sorrisos: Avenida Rio Branco – 8h às 17h;
– Espaço da Beleza – Rede Feminina: Avenida Rio Branco – 8h às 17h;
– Campanha Além do Rosa: Avenida Rio Branco – 8h às 17h;
– Exposição fotográfica “Um olhar sobre o amanhã”: Avenida Rio Branco – 8h às 17h;
– Exposição de Carros Antigos: Avenida Rio Branco – 14h às 17h;
– Maracambuco: Marco Zero – 8h às 9h;
– Carlinhos Monte Verde: Marco Zero – 9h30 às 10h30;
– Sambê: Marco Zero – 11h às 12h;
– Beto do Bandolim: Marco Zero – 14h às 15h;
– André Rio: Marco Zero – 15h30 às 17h30;
– Dançando na Rua: Praça do Arsenal – 15h às 22h.

Polo Musical
– Karynna Spinelli e convidados: Rua da Moeda – 14h às 17h30.

Polo Esportivo
– Aluguel de bicicleta e patins: Rua do Bom Jesus – 8h às 17h;
– Futebol Americano: Avenida Rio Branco – 8h às 12h;
– Baseball: Avenida Rio Branco – 8h às 12h;
– Arena Radical (Rampas de skate): Avenida Alfredo Lisboa – 8h às 17h;
– Futebol: Avenida Marquês de Olinda – 8h às 17h;
– Handebol: Rua Dona Maria César – 8h às 17h;
– Badminton: Rua Dona Maria César – 8h às 17h;
– Vôlei: Avenida Marquês de Olinda – 8h às 17h;
– Basquete de Rua: Av. Marquês de Olinda – 8h às 17h;
– Slackline: Avenida Marquês de Olinda – 8h às 17h;
– Patinação Artística: Avenida Marquês de Olinda – 14h às 18h.

Polo Infantil
– Recreação “Brincando na Rua”: Avenida Alfredo Lisboa – 8h às 17h;
– Exposição de álbum de figurinhas: Avenida Alfredo Lisboa – 8h às 17h;
– Oficina de pintura: Avenida Alfredo Lisboa – 15h às 17h.

Fonte: Por Luiz Filipe Freire, com informações da assessoria da Folha PE.

Nódoa Racista
Virou moda! O registro de casos de “racismo” no futebol brasileiro já se tornou algo corriqueiro. Esta coluna, inclusive, já abordou o tema em edições anteriores. A vítima desta vez foi o goleiro Aranha, do Santos. Durante uma partida válida pelas oitavas de final da Copa do Brasil, realizada na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, no dia 28 de agosto passado, o arqueiro foi insultado por torcedores gremistas. Câmeras do canal ESPN Brasil flagraram uma torcedora chamando Aranha de macaco e o resto do grupo fazendo sons que lembravam o primata. O Santos venceu a partida por 2 a 0, mas o futebol, o esporte mais popular do país, saiu de campo derrotado.

As ofensas praticadas contra o goleiro santista são intoleráveis. Elas representam uma vergonhosa nódoa na história de um país que luta para eliminar de vez o fantasma da escravidão e do preconceito. Mas, do ponto de vista jurídico, trata-se apenas de um crime de “baixo teor ofensivo”. Isso mesmo! Embora a imprensa, muitas vezes, divulgue tais ocorrências como “racismo”, na verdade, elas configuram tão somente “injúrias raciais”. E isso faz toda a diferença!

De acordo com o professor de Direito Penal da Faculdade Maurício de Nassau, unidade Rio Grande do Norte, Sandresson Menezes, muita gente confunde os conceitos de injúria racial e racismo. Ele explica que o crime de injúria racial (disposto no artigo 140, § 3º do CP) ocorre quando as ofensas de conteúdo discriminatório são empregadas a uma pessoa ou a pessoas determinadas, como por exemplo, “negro fedorento”, “judeu safado”, “baiano vagabundo”, “alemão azedo”, entre outros rótulos. Já o crime de racismo, que consta no artigo 20 da Lei nº 7.716/89, somente será aplicado quando as ofensas não tenham como alvo uma pessoa ou pessoas determinadas, e sim venham a menosprezar determinada raça, cor, etnia, religião ou origem, agredindo um número indeterminado de pessoas, como negar emprego a judeus numa determinada empresa, impedir acesso de índios a determinado estabelecimento, impedir entrada de negros em um shopping, etc.

Ambos os crimes têm suas peculiaridades. Uma delas, segundo o referido jurista, é o fato de o crime de racismo ser imprescritível e inafiançável, ao contrário do que ocorre com o de injúria racial no qual o réu pode responder em liberdade, desde que pague a fiança. A injúria racista tem sua prescrição no prazo de oito anos, determinada pelo art. 109, IV do Código Penal. No crime de racismo, em geral, sempre o impedimento do exercício de determinado direito, sendo que na injúria racial há uma ofensa a pessoa determinada. Outra distinção importante é que no crime de racismo há a lesão do Princípio da Dignidade da Pessoa Humana. No crime de injúria, por sua vez, há a lesão da honra subjetiva da vítima.

Portanto, no caso do goleiro do Santos, o que ocorreu, de fato, foi uma injúria racial e não um ato de racismo. E os que a praticaram, mesmo que venham a ser condenados, continuarão nas ruas sorridentes, servindo de modelo negativo para outros indivíduos facilmente influenciáveis, até que as leis mudem e as penas para esse tipo de crime se tornem mais severas e eficazes.

Atletas na pindaíba
Fazer carreira no futebol e ganhar muito dinheiro, este é o sonho de muitos atletas. Poucos conseguem, é verdade. Mas e quando tudo dá certo, como fazer com a fortuna conquistada? Vários deles ficaram ricos do dia para a noite e, de repente, empobreceram de novo. Uma entrevista publicada pela revista Exame.com, do dia 25 de maio de 2012, com o ex-capitão do Corinthians, Willian Machado, pode ajudar futuros “milionários da bola” a lidar com a questão. O ex-jogador apontou os principais problemas que levam muitos jogadores de futebol à falência. Trata-se de um alerta e, ao mesmo tempo, uma tentativa de orientar aqueles que precisam de suporte para tocar suas carreiras. O ex-jogador, que atua na área de consultoria, citou alguns dos obstáculos mais comuns que contribuem para arrasar a carreira e as finanças dos jogadores, como casamentos breves, gastança, maus investimentos, amizades com pessoas oportunistas e divórcios, entre outros.

Segundo Willian, a maior parte dos jogadores se casa muito cedo, por volta dos 22 anos. E, quando o casamento não dá certo, surge a dor de cabeça. “Muitos se casam em comunhão total de bens e têm que passar 50% de tudo que têm à mulher”, revelou o jogador.

Além disso, outra causa de ruína de jogadores de futebol, segundo o ex-corintiano, são os carros de luxo. O então-ídolo do Santos, Neymar, que hoje joga no Barcelona, é um amante dos “carros de marca”. De acordo com a matéria, enquanto estava em atividade no Brasil, o atacante da Seleção Brasileira chegou a possuir um Mini Cooper (avaliado em 149.000 reais), um Porsche Panamera (1.130.000 reais) e uma Touareg (250.000 reais). O valor total investido nos veículos somava 1,529 milhão de reais. “Não que um milionário não possa aproveitar sua fortuna para comprar um carro de luxo. Mas cabe avaliar o fato de que carros não geram mais dinheiro para o proprietário”, comentou Willian, lembrando que os jogadores costumam trocar de carro uma ou duas vezes por ano. “A cada troca, eles perdem uns 20.000 ou 30.000 reais, e nem percebem, ou não acham que isso faça uma grande diferença naquele momento. Mas em 14, 15 anos de carreira, é uma perda que pode chegar a 900.000 reais”.

Outro problema levantado por William são os amigos interesseiros. Para ele, esses “falsos” amigos estão entre os maiores males que prejudicam os jogadores de futebol. “Amigos ou conhecidos se aproximam para ajudá-los a gerir as finanças ou prestar auxílios das mais diversas formas – na venda de um carro, na compra de um imóvel ou no lançamento de um novo negócio”, relatou o ex-atleta, argumentando que essa ajuda muitas vezes resulta em grandes dores de cabeça, como “investimentos furados”, por exemplo, que tanto tem levado muitos atletas à pindaíba. “Com a vida atribulada, excesso de treinos e viagens, os jogadores acabam sem tempo para pesquisar e entender se as propostas que aparecem são razoáveis”.

Por Josué Batista, josuebsouza@gmail.com

Rivalidade
Argentina e Alemanha reeditaram a final da Copa do Mundo do Brasil, numa partida memorável, digna de duas grandes potências do futebol mundial. Desta vez, os Hermanos se deram melhor vencendo, na casa dos adversários, por 4 a 2.

Embora a imprensa alemã tenha procurado diminuir a importância do resultado da partida, a verdade é que o placar expressivo em favor dos argentinos confirma que o confronto, apesar do clima “amistoso”, pôs em jogo, além da tradicional rivalidade, outros componentes implícitos. É que eles estavam engasgados com as gozações feitas pelos jogadores da seleção alemã após a conquista da copa. Chegaram, inclusive, a chamar os jogadores alemães de racistas. Por isso, para eles, vencer a partida significou lavar a alma! Fazer os adversários engolir suas provocações! Pois é: os hermanos gostam de tirar onda com todo mundo, mas quando são caçoados perdem a compostura. Logo eles, que costumam nos rotular de “macacos”!

A volta de Dunga
Na última sexta-feira, dia 5 de setembro, o Brasil venceu a Colômbia, nos Estados Unidos por 1 a 0. Foi a reedição do confronto entre as duas equipes pela Copa do Mundo. O jogo foi marcado por grande rivalidade, como já era de esperar. Apesar de não ter sido uma partida de muita técnica, os dois times apresentaram muita disposição, raça e vontade de vencer.

O encontro entre as duas equipes marcou a reestreia de Dunga à Seleção Brasileira. Se para muita gente o resultado não significo grande coisa, para ele, pelo menos, a vitória tem um sabor especial. Isto é, representa o reinício de um trabalho, a tentativa de dar a volta por cima. Até aí, tudo bem. Começar uma campanha vencendo é sempre bom. Mas, cabeça-dura, como é, o risco é que ele comece a encarar o resultado como superstição e ache que o time não precise de uma renovação maior. É bom lembrar que dos jogadores convocados por ele, a maioria vêm da seleção de Felipão, que fracassou na Copa do Mundo. Aliás, a própria seleção de Felipão já havia sido formada, na sua maioria, por jogadores remanescentes da desastrosa era Mano Menezes. Não houve renovação. E os resultados forram trágicos. Portanto, renovar a Seleção não deve ser apenas uma decisão do treinador, mas uma necessidade para melhorar a imagem do Brasil no cenário futebolístico e, enfim, recolocar o país de volta no mapa das grandes seleções.

Goleiros
O desempenho do goleiro Jefferson, do Botafogo, na partida da última sexta-feira, dia 5, contra a Colômbia, no Maracanã, reacendeu a esperança de que a Seleção Brasileira volte a ter um arqueiro confiante e verdadeiramente convincente. O jogo, em si, não foi lá uma maravilha. Muita correria, muita pancadaria e truculência. Parecia até um videoteipe da partida disputada entre as duas seleções na Copa do Mundo. Houve até uma expulsão do lado colombiano, como havia ocorrido no jogo anterior. E, por pouco, Neymar não se contundiu novamente. Mas a atuação de Jefferson animou o torcedor, que sentiu firmeza nas ações do goleiro. E já era tempo, pois nas duas últimas Copas Júlio César deixou muito a desejar.

Desde a Copa do México, em 1986, até hoje, Taffarel é considerado o melhor guarda-metas que o Brasil já teve. Ele defendeu a Amarelinha em três Copas do Mundo: 1990, 1994 e 1998, sofrendo 15 gols, ao todo. Júlio César, que jogou duas copas, portanto, uma a menos que Taffarel, foi vazado 18 vezes, 14 delas na Copa do Mundo do Brasil. É o pior desempenho de um goleiro brasileiro na história das copas.

Confira o desempenho de outros goleiros da Seleção nesse período: Carlos (Copa do México – 1986) levou apenas 1 gol em toda a competição e foi eliminado nas quartas de final pela França; Marcos (Coreia e Japão – 2002 ) levou 4 gols e foi campeão; Dida (Alemanha – 2006) levou 2 gols e foi eliminado pela França nas quartas de final.

Sport 1
No início da temporada, o técnico Eduardo Baptista, do Sport, declarou à imprensa que sua prioridade seria a Copa Sul-americana. Ele chegou, inclusive, a colocar o Leão como favorito para vencer a competição internacional. Moral da história: Foi surpreendido pelo Vitória-BA, na quarta-feira, na casa do adversário. Como também já havia sido eliminado da Copa do Brasil, agora só resta o Campeonato Brasileiro. E por falar em Brasileirão, embora a equipe esteja relativamente bem classificada, a verdade é que seu desempenho ainda é bastante claudicante. O time ainda não engatou uma sequência convincente de bons resultados. Agora, porém, sem compromissos com outras competições, a torcida espera um rendimento melhor da equipe. E, por cautela, é bom que o treinador ponha os pés no chão e entenda que favoritismo não se conquista com palavras, mas na prática, através de um bom desempenho em campo.

Sport 2
A eliminação do Sport da Copa Sul-Americana para o Vitória-BA, por 2 a 1, em jogo disputado em Salvador, na quarta-feira, 5 de setembro, reeditou um fantasma que vem assustando o clube pernambucano na atual temporada: Ser derrotado por lanternas. O problema tem incomodado a torcida rubro-negra, que tem sido obrigada a ouvir piadas maldosas de torcedores adversários. Alguns deles, por exemplo, rotularam o Leão da Ilha de “ressuscitador de mortos”.

Brincadeiras à parte, o fato é que o Sport, que já havia sido derrotado pelo então-lanterna Figueirense por 3 a 0, no dia 4 de agosto, em Santa Catarina, e para o Flamengo por 1 a 0, no Maracanã, no dia 10 de agosto, acabou sendo surpreendido por outro clube na mesma situação. Detalhe: O Vitória, até a partida em que despachou o Sport, estava na última colocação do Brasileirão.

Por Josué Batista, josuebsouza@gmail.com.

fluminense

Cariocas não perdoaram as falhas leoninas. (Foto: Nelson Perez/Fluminense)

Aos 28 minutos do primeiro tempo, o atacante Felipe Azevedo recebeu bola na cara do goleiro Kléver e perdeu a melhor chance do Sport na partida contra o Fluminense. No rebote, Patric ainda acertou a trave. Pronto, esse lance pode resumir bem o que foi a derrota por 4×0 neste domingo, no Maracanã, pela 17ª rodada do Brasileirão. Isso porque enquanto o Leão desperdiçou a oportunidade mais clara que teve, o adversário aproveitou as dele com Cícero, Fred (duas vezes) e Conca. Isso é Série A. Ela é cruel com quem comete falhas ofensivas e defensivas.

Com a derrota, o Leão cai para oitavo na classificação da competição com os mesmos 25 pontos – pode perder mais uma posição a depender do complemento da rodada. Já o Fluminense permanece em quinto, mas se aproxima do G4 – tem 29 pontos e esta a apenas dois do grupo de quatro melhores do Brasileirão. O próximo compromisso das duas equipes é a Sul-Americana. Os leoninos jogam com o Vitória na Ilha, enquanto que os cariocas enfrentam o Goiás.

O JOGO - Pelo placar, o torcedor que não viu o jogo poderia pensar que o Sport foi uma equipe dominada desde o começo. Mas não foi isso o que ocorreu. Armado com três atacantes, o Leão explorou bem as laterais do gramado e marcou forte o adversário nos primeiros minutos. Nem parecia que o visitante era o time rubro-negro, tamanha a tranquilidade que os leoninos tinham para tocarem a bola até o ataque. Do outro lado, o Fluminense tinha dificuldades para levar perigo a Magrão.

Só que a chance clara perdida por Felipe Azevedo e Patric mudou o panorama da partida. Foi um divisor de águas. O Fluminense reagiu ao susto sofrido e cresceu no jogo. Como tem mais qualidade, fez não só um, mas quatro gols na meta de Magrão. Em todos eles, contou com falhas da zaga rubro-negra, que bateu cabeça com o poder ofensivo do adversário.

No primeiro gol do Fluminense, Patric perdeu a posse de bola para Fred, que tocou para Cícero abrir o placar, aos 34 minutos. O meia retribuiu o presente aos 42. Cruzou para o atacante, que se antecipou a Oswaldo para balançar as redes. Já o terceiro gol contou com uma falha coletiva dos leoninos. Conca aproveitou e cobrou falta direto para as redes, surpreendendo Magrão.

Quando o 3×0 parecia suficiente, o Fluminense aumentou o placar da lição dada ao Sport com Fred novamente, aos 33. Ele aproveitou cruzamento na área e guardou no gol. Estava finalizada a aula para os rubro-negros. A expectativa agora é que os comandados de Eduardo Baptista tenham aprendido. Em Série A é preciso aproveitar as chances que se cria porque o adversário do outro lado normalmente não perdoa.

FICHA DA PARTIDA – FLUMINENSE 4X0 SPORT

Fluminense: Clever; Bruno, Elivelton, Henrique e Chiquinho; Valencia (Edson) (Rafinha), Jean, Cícero e Conca; Rafael Sóbis e Fred (Walter). Técnico: Cristovão Borges.

Sport: Magrão; Patric, Oswaldo, Durval e Renê; Rithely, Wendel (Augusto) e Zé Mário (Diego Souza); Ananias, Felipe Azevedo (Ibson) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.

Série A (17ª rodada). Estádio: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ). Árbitro: André Luiz Castro (Goiás). Assistentes: Alessandro Rocha de Matos (Bahia) e Guilherme Dias Camilo (Minas Gerais). Gols: Cícero (F) aos 34 e Fred (F) aos 42 minutos do primeiro tempo;  Conca aos 4 e Fred aos 33 do segundo. Amarelos: Cícero (F). Público: 13.919.

Fonte: Por Thiago Wagner, do Blog do Torcedor.

O título mundial conquistado pela Alemanha, no Maracanã, sobre a Argentina, por 1 a 0, no dia 13 de julho passado, foi mais que merecido. Além de haver sido a seleção de melhor desempenho entre todas da Copa do Mundo, no Brasil, a equipe do técnico Joachim Löw foi também a que melhor se preparou para a competição. E, sem ressentimentos, diria que não seria nenhuma vergonha para o Brasil perder para os alemães. Aliás, já havíamos perdido para eles, no dia 10 de agosto de 2011, em Stuttgart, na Alemanha, por 3 a 2. Na época o treinador brasileiro era Mano Menezes. O problema, porém, foi o placar tão elástico (7 a 1), que se transformou no maior vexame da nossa seleção na história das copas.

Mas, apesar da tragédia, a verdade é que, quando vi as imagens da seleção alemã, no dia 15 de julho, desfilando em carro aberto do aeroporto rumo ao Portão de Brandemburgo, no centro de Berlim, sendo recebida por uma multidão de cerca de 500 mil pessoas, lembrei-me da passagem por Pernambuco da Seleção Brasileira, campeão da Copa de 1994, nos Estados Unidos, sobre a poderosa Itália de Roberto Baggio. Era uma terça-feira, 19 de julho. Segundo a Polícia Militar, cerca de 1, 5 milhão de pessoas foram ao Recife para acompanhar a visita histórica. Eu estava lá. Vi as ruas de Boa Viagem tomadas por uma nuvem de torcedores ansiosos para ver, nem que fosse só de relance, os então tetracampeões do mundo, que desfilando em carro aberto, acenavam para uma multidão extasiada. As imagens surpreendentes correram o mundo, mostrando não apenas a força do futebol brasileiro, mas também a paixão de toda uma nação em torno da modalidade esportiva mais popular do país. E tem mais um detalhe: Ainda tínhamos o melhor futebol do planeta.

Estão abertas as inscrições gratuitas para o Festival Esportivo da Juventude de Combate às Drogas. O evento, que será realizado no Clube Municipal de Paratibe, em Paulista, vai contar com a participação de jovens com idade entre 15 e 29 anos. Duas modalidades estarão em disputa: judô e taekwondo. A iniciativa está sendo coordenada pela Secretaria Executiva de Esportes e Juventude da cidade em parceria com o Governo de Pernambuco. O processo de inscrição, que acontece das 8h às 13h, segue até o preenchimento total das 210 vagas disponíveis.

Os interessados em participar do festival, que terá início nesta terça-feira (05.08) e segue até a quinta (08), devem se dirigir ao Clube Municipal de Paratibe, onde funciona a sede da Secretaria Executiva de Esportes e Juventude, localizada na Rua Radialista Ademar Ferreira de Oliveira, s/n, Paratibe. Para realizar o procedimento, o jovem necessita apresentar cópia de documento com foto e comprovante de residência.

Não é preciso dominar as modalidades, já que o grande objetivo do evento é estimular a prática esportiva, gerando a conscientização cidadã na população local e buscando combater o ócio. Durante a iniciativa haverá palestras sobre o judô e taekwondo no período da manhã. O período da tarde será reservado às disputas em quatro tatames instalados na quadra de esportes do clube.

O município de Abreu e Lima sediou a 1a Edição da Copa Luciano do Valle. A abertura foi no dia 19 de julho, no campo do Beira Rio, no bairro de Caetés III, com o jogo amistoso das equipes entre os times do Íbis e do Garra Negra.

De acordo com Carlos Alberto Bezerra, secretário de Esportes do município, estão previstas a participação de pelo menos 40 equipes, sendo 32 de Abreu e Lima e oito da região. Durante a Copa, que durará até o dia 10 de setembro, as equipes se enfrentarão, sempre no horário da tarde, nos campos de três localidades na cidade: Beira Rio, Inhamã e Caetés II.

O prefeito de Abreu e Lima Marcos José entende que eventos como estes, além de incentivar a prática do esporte, ajuda a promover a saúde e fortalecimento da prática de alguma atividade física. “Daremos todas as condições para outras modalidades esportivas”, assegurou Marcos José, acrescentando que outros campeonatos serão realizados no município de Abreu e Lima.

VEXAME
A derrota da seleção brasileira para a Alemanha, nas semifinais da Copa do Mundo, no dia 8 de julho, no Mineirão, pelo placar de 7 a 1, foi a pior na história do nosso país em copas do mundo. Foi, sem dúvida, um vexame sem precedentes. No entanto, para muita gente, o resultado já era previsível, apesar de ninguém, nem mesmo os alemães, ter imaginado que ela pudesse vir por um placar tão elástico. Polêmicas à parte, a verdade é que a seleção alemã foi, de longe, a que mais se preparou para a competição, apresentando um futebol bonito, eficiente e bastante convincente. Ver a Alemanha jogar, hoje, nos remete ao Brasil de tempos passados, que, não somente sabia jogar bola, mas dava show nos gramados. Que saudade daqueles tempos! Será que foram eles que aprenderam conosco, ou fomos nós que desaprendemos com eles?

COMPLEXO DE SUPERIORIDADE
A goleada sofrida pelo Brasil para a Alemanha, apesar de dolorida, precisa ser encarada como uma tragédia anunciada, pois todos sabem que não é de hoje que a Seleção Brasileira vem dando sinais de fraqueza. Já passamos vexame diante de equipes como Paraguai, México, Suíça, entre outras, que, até poucos anos, eram “freguesas” da nossa Amarelinha. Episódios dessa natureza mostram que o futebol nacional parece ter parado no tempo, embora muitos cartolas e treinadores brasileiros, ainda presos a práticas retrógradas, se recusem a aceitar tal realidade. Luiz Felipe Scolari, por exemplo, é um deles. Com sua postura truculenta, e sua teimosia doentia, ele achava que detalhes banais como superstição e retrospecto seriam fatores importantes para fazer um campeão. Errou feio! Acreditou, ainda, que o fato de haver conquistado a Copa da Coreia e do Japão em 2002, sobre a própria Alemanha, o habilitaria a papar o título do mundial. Quanta prepotência! Ora, em 2002, apesar de enfrentar a descrença de grande parte dos torcedores brasileiros na seleção, ele tinha um elenco bastante experiente, com nomes de peso, como Ronaldo, Ronaldinho Gaúcho e Rivaldo, entre outros, ao contrário de agora, quando contava com uma equipe mais modesta, considerada “meia boca”, por alguns comentaristas esportivos. Além disso, aliada à escassez de talentos, Felipão também teve que engolir algo bem indigesta: o fato de que o mundo inteiro tem estudado o nosso modo de jogar, copiando nossas virtudes e investindo, competentemente, contra nossas fraquezas.

Hoje, não há mais os chamados “patos mortos” no mundo da bola. Portanto, chega de pensar que o futebol da atualidade seja comparável ao da época de Garrincha, por exemplo, quando a inocência de muitos adversários era tão grande que, num simples gingar de corpo, correndo sem a bola, o “Anjo das Pernas Tortas” seduzia o seu marcador a acompanha-lo, sem perceber que a pelota havia ficado para trás. Era um tempo “romântico”, de uma inocência cômica. Hoje a coisa é diferente. O amadorismo não tem mais vez no futebol. E, por não atentarmos para isso, padecemos. E, como consequência, o resultado a se esperar não poderia ser diferente do que acabamos de ver na Copa do Mundo. Por tudo isso, é bom que a lição tenha sido bem aprendida, para que erros como os cometidos na Copa do Mundo do Brasil voltem a ocorrer no futuro.

RETROCESSO
A CBF anunciou, no dia 22 de julho passado, o nome de Carlos Caetano Bledorn Verri (o Dunga), como o novo técnico da seleção brasileira. O anúncio pegou de surpresa não somente torcedores, mas também setores da imprensa, que esperavam uma mudança radical no comando da Canarinha. O fato é que, depois da derrota vexatória para a Alemanha na Copa do Mundo, esperava-se que o futebol brasileiro pudesse, de fato, passar por uma renovação. No entanto, a resposta dada pela CBF mostra que tudo deve continuar como antes: Trocam-se seis por meia dúzia.

A entidade máxima do nosso futebol quer vender a ideia de que Dunga foi um treinador vencedor. Mas a história mostra o contrário. Por sua passagem pela seleção, não há nada que comprove isso. Treinando a seleção, ele ganhou apenas uma Copa América, na Venezuela, em 2007, e uma Copa das Confederações, na África do Sul, em 2009. Parece muito, mas o fato é que, sob seu comando, o Brasil perdeu a Olimpíada de Pequim, na China, em 2008, de forma humilhante, para a Argentina, e a Copa da África, em 2010, sendo eliminado pela Holanda, nas quartas de final. Aliás, ele havia sido contratado para ganhar, prioritariamente, essas duas competições.

Não se pode negar que Dunga, apesar de não ter sido nenhum craque, foi um jogador bastante “raçudo” nos clubes pelos quais atuou, inclusive pela própria Seleção Brasileira, quando ajudou a Canarinha a conquistar a Copa do Japão e da Coréia, em 2002, por exemplo. No entanto, como treinador, ele ostenta um currículo, de fraco a mediano. E, a nosso ver, fazendo coro com a maioria dos brasileiros, defendemos que sua indicação representa um retrocesso, um remendo velho numa roupa nova. E a questão é simples: Dunga é um treinador ranzinza, teimoso e de competência bastante discutível. Na sua última passagem pela seleção, ele passou mais tempo brigando com a imprensa e preocupado com seu figurino do que com técnica e tática. Há no país nomes mais fortes do que o dele, como Muricy Ramalho, do São Paulo, Tite, ex-Corinthians e Marcelo Oliveira, do Cruzeiro, entre outros, que estariam à altura do cargo, sem sombra de dúvida.

LIÇÃO
O projeto campeão iniciado pela Alemanha tem tudo para perdurar por muito tempo. A prova disso é que penas 18 dias depois de faturar o tetra da Copa do Mundo no Brasil, os alemães já conquistaram mais um título. Trata-se do Europeu sub-19, conquistado, na Hungria, sobre Portugal, pelo placar de 1 a 0, no dia 31 de julho. Como se vê, já começa a surgir uma nova geração, que deverá, em alguns anos, substituir o grupo que integra a seleção principal. Isso é o que se pode chamar de planejamento a curto, médio e longo prazo!

Por Josué Batista, josuebsouza@gmail.com

Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (30) mostrou o Santa Cruz entre os 100 clubes que mais levaram torcedores ao estádio nos anos de 2013/2014. A pesquisa, realizada pela Pluri Consultoria, levou em consideração times de todo o mundo que participaram de campeonatos nacionais. O Santa aparece na 89ª colocação com uma média de 26,6 mil pessoas por jogo. Outro time brasileiro em destaque é o Cruzeiro, que aparece na 70º colocação com 28,9 mil no estádio a cada partida.

O Santa é o único clube brasileiro a aparecer nos 3 Rankings realizados anteriormente, com a maior média de público do futebol Brasileiro no acumulado dos últimos 3 anos: 29,3 mil/jogo.

 O líder do ranking é o Borussia Dortmund, com uma média de público de 80,3 mil pessoas por jogo na última temporada. Em segundo está o Manchester United, com 75,2 mil/jogo, e o Barcelona, com 72,1 mil/jogo.

Ampliando a lista para 200 clubes, surgem mais oito times do Brasil: Corinthians (103º, 24,4 mil), Flamengo (111º, 23,4 mil), São Paulo (113º, 23,1 mil), Grêmio (148º, 19,8 mil), Sampaio Correa (149º, 19,7 mil), Bahia (169º, 18,4mil), Fluminense (181º, 17,6 mil) e Vasco (182º, 17,6 mil).

Confira os dez primeiros colocados e suas médias de público:

1º Borussia Dortmund (Alemanha) – 80.297 mil/jogo

2º Manchester United (Inglatera) – 75.207 mil/jogo

3º Barcelona (Espanha) – 72.116 mil/jogo

4º Real Madrid (Espanha) – 71.558 mil/jogo

5º Bayern de Munique (Alemanha) – 71 mil/jogo

6º Schalke 04 (Alemanha) – 61.569 mil/jogo

7º Borussia Mönchengladbach (Alemanha) – 52.239 mil/jogo

8º Hertha Berlin (Alemanha) – 51.889 mil/jogo

9º Hambugo (Alemanha) – 51.825 mil/jogo

10º Ajax (Holanda) – 50.907 mil/jogo

70º Cruzeiro (Brasil) – 28.911 mil/jogo

89º Santa Cruz (Brasil) – 26.578 mil/jogo

Fonte: Do JC Online.

 / Foto: AFP

(Foto: AFP)

Um dia depois de apresentar oficialmente Dunga como novo técnico da seleção brasileira, a CBF confirmou nesta tarde de quarta-feira (23) os integrantes da comissão que trabalhará com o comandante. O próprio Dunga e o novo coordenador geral de seleções da entidade, Gilmar Rinaldi, revelaram, por meio de um pronunciamento, que Taffarel será o novo preparador de goleiros do time nacional, enquanto Mauro Silva, outro tetracampeão mundial em 1994, foi contratado como “assistente-técnico pontual” nos dois próximos jogos do Brasil, contra Colômbia e Equador, respectivamente nos dias 5 e 9 de setembro, nos Estados Unidos.

O cargo de auxiliar-técnico permanente foi dado a Andrey Lopes, que no ano passado trabalhou com Dunga quando o treinador dirigiu o Internacional. Já Fábio Mahseredjian, do Grêmio, foi anunciado como novo preparador físico, em substituição a Paulo Paixão, que fazia parte da comissão que tinha Luiz Felipe Scolari e Carlos Alberto Parreira na última Copa.

Outro membro confirmado da nova comissão de Dunga é o médico Rodrigo Lasmar, do Atlético-MG, que acabou sendo mantido na seleção após ter trabalhado com Felipão nesta última passagem do comandante pela equipe nacional.

De volta à seleção, Taffarel já trabalhou para CBF ao lado de Dunga na Copa de 2010 como observador da seleção e vinha desempenhando a função de preparador de goleiros no Galatasaray, da Turquia, clube que também defendeu como jogador.

Ao total, foram anunciados nesta quarta 13 nomes do novo grupo de trabalho da seleção. Além dos membros diretos da comissão, também foram confirmados: Odir de Souza (fisioterapeuta), Guilherme Ribeiro (administrador), Vinicius Rodrigues (assessor de comunicação e imprensa), Fernando Lázaro Alves (analista de desempenho tático), Sergio Luís Oliveira (massagista), Moacyr Alcoforado (chefe de segurança) e os roupeiros Manuel Carvalho de Souza e Waldecir Leandro do Nascimento.

Ao falar sobre a função que será desempenhada por Mauro Silva nestes dois próximos amistosos da seleção, Gilmar explicou que este posto, o de assistente-técnico pontual, será ocupado em outras partidas por outros ex-jogadores a serem definidos. “Vamos chamar jogadores que já foram campeões do mundo para termos este DNA em nossa equipe. Queremos que este profissional seja sempre o nosso olho crítico, apontando aquilo em que podemos melhorar”, afirmou.

O coordenador também falou sobre a satisfação exibida por Mauro Silva por poder voltar a servir a seleção. “O Mauro Silva será um assistente-técnico pontual. Teremos alguns jogadores convidados para nos ajudar. E o Mauro Silva foi o primeiro convidado para esses nossos primeiros jogos. Ele ficou muito feliz com o convite e aceitou prontamente”, disse.

PROGRAMAÇÃO – Dunga irá anunciar em 25 de agosto os convocados para os amistosos diante de Equador e Colômbia. Em seguida, em 11 de outubro, o Brasil enfrentará a Argentina, em Pequim, na China, em mais uma edição do Superclássico das Américas. Já para novembro está novembro um amistoso diante da Turquia, em Istambul, no dia 12.

Diante dos colombianos, no Estádio Sun Life, em Miami, Dunga irá realizar o primeiro jogo de sua segunda passagem como técnico do time nacional. A primeira aconteceu entre 2006 e 2010. Ele assumiu o lugar de Carlos Alberto Parreira, que saiu após a Copa realizada na Alemanha, e ficou no cargo até o término da participação do Brasil no Mundial da África do Sul, na qual o time nacional caiu nas quartas de final diante da Holanda.

Neste período de quatro anos, Dunga foi campeão da Copa América de 2007 e da Copa das Confederações de 2009 e conseguiu terminar na liderança nas Eliminatórias da Copa de 2010. Porém, fracassou na tentativa de levar o Brasil ao inédito ouro olímpico nos Jogos de Pequim, em 2008, e na tentativa de buscar o hexacampeonato mundial em solo sul-africano.

Fonte: Do Estadão.

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