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Geral

Processo imita trabalho realizado pelas folhas das árvores. (Foto: Reprodução)

Processo imita trabalho realizado pelas folhas das árvores. (Foto: Reprodução)

Cientistas americanos estão tentando desenvolver uma nova forma de energia verde. Com a ideia de reproduzir o processo realizado pelas árvores, a “fotossíntese artificial” pode vir a ser o combustível do futuro, interrompendo o aquecimento global.

Fonte: BBC Brasil.

Congresso-ChargeDeputados e senadores deste meu Brasil varonil devem entrar em recesso na próxima quinta-feira (18). Bom para eles, que vão descansar de bolso cheio. E apesar de falarem que ganham um salário justo, um levantamento feito pelo blog Graphic Details, da revista The Economist, mostra que essa “justiça” é bem desproporcional em relação à renda média da população que colocou as excelências lá na Congresso.

O Graphic Details listou 29 países e comparou quantas vezes os congressistas recebem a mais do que a população. A renda da população de cada país foi calculada através do PIB per capita em paridade de poder de compra (considerando a diferença do custo de vida entre os países).

Os parlamentares nigerianos aparecem no topo. Têm um rendimento bruto de US$ 189,5 mil por ano: 116 mais que a média da população. Os deputados quenianos ficam com o segundo lugar. Eles recebem US$ 74,5 mil por ano: 76 vezes. No Quênia poderia ser ainda pior, já que os parlamentares tentaram aumentar os próprios salários para US$ 120 mil por ano.

Em geral, os países africanos e os asiáticos (pobres) apresentam as maiores distorções. Os brasileiros não estão no pódio. Mas ocupam um lugar nada honroso: o sexto lugar. Ganham US$ 157 mil por ano (isso sem contar as outras verbas de gabinente). É uma renda 13 vezes maior que a média de renda per capita dos brasileiros.

A Noruega é o país com o rendimento mais proporcional à renda da população. No país escandinavo, os parlamentares ganham o equivalente a 1,2 vez o salário médio per capita da população. E olhe que eles não ganham pouco: US$ 138 mil por ano. Ou seja, lá o povo ganha bem. O custo de vida é caro, mas dá para viver bem.

Confira o ranking:

Quadro-salários-parlamentares

Fonte: Por Tatiana Nascimento, do Blog do Diário de Pernambuco.

Sobre os efeitos da “avalanche” de protestos de junho, há quem avalie como um equívoco acreditar que as queixas destinam-se exclusivamente a Dilma e ao seu governo.

A prática política vigente no país é que está na berlinda. E a presidente, por estar no lugar mais alto da República, é o alvo mais óbvio.

Agora, curioso será observar para onde a base que “chuta” e enfrenta a presidente hoje correrá em 2014.

Por enquanto, não apareceu um nome que impressione a ponto de se afirmar que Dilma está inviabilizada.

Além disso, nunca se sabe exatamente o que quer o ex-presidente Lula. Ainda mais depois de tanta conversa com o governador Eduardo Campos (PSB).

Lula começa a se firmar como variável poderosa para 2014.

Fonte: Por Josué Nougueira, do Blog do Diário de Pernambuco.

De acordo com a coluna JC Negócios, Eduardo destinou R$ 5,173 milhões a fretes de helicópteros e aviões nos últimos 18 meses. (Foto: Igo Bione / JC Imagem)

De acordo com a coluna JC Negócios, Eduardo destinou R$ 5,173 milhões a fretes de helicópteros e aviões nos últimos 18 meses. (Foto: Igo Bione / JC Imagem)

A bancada de oposição na Assembleia Legislativa decidiu protocolar um pedido de informação para ter acesso ao detalhamento dos gastos do governador Eduardo Campos (PSB) com deslocamento em helicópteros e aviões fretados. A iniciativa tem como base os dados divulgados, nesse domingo (14), na coluna JC Negócios, do jornalista Fernando Castilho, indicando que o governo do estado destinou R$ 5,173 milhões à cobertura desse tipo de despesa nos últimos 18 meses. De acordo com os registros do Portal da Transparência, foram desembolsados R$ 3,6 milhões ao longo de 2012 e, pelo menos, R$ 1,5 milhão desde janeiro deste ano.

O líder do bloco oposicionista na Assembleia, Daniel Coelho (PSDB), considerou os valores “elevados” e afirmou que o Executivo estadual deve expor os objetivos e motivações da cada viagem. “O número espanta. Considerando a situação difícil que o Estado vive, hoje, do ponto de vista financeiro, é preciso saber o motivo de cada uma das viagens e qual o benefício que que elas estão trazendo ao Estado para justificar esse custo”, comentou. O parlamentar ponderou, no entanto, que prefere não fazer um “pré-julgamento”, mas que os números criam uma situação de “alerta”.

Também integrante da bancada oposicionista, a deputada estadual Terezinha Nunes (PSDB) afirmou, em tom de ironia, que os gastos “excessivos” com deslocamento aéreo impedem que o governador Eduardo Campos (PSB) fiscalize a situação das rodovias estaduais. “Se ele viajasse mais de carro, poderia ver, in loco, as condições precárias de nossas estradas. Ele tem feito muitas viagens pelo País desde que se colocou como provável candidato a presidente. Não podemos dizer que ele está fazendo pré-campanha, mas é preciso que esses gastos com deslocamento aéreo fiquem mais claros e transparentes”, pontuou.

Embora a Assembleia Legislativa esteja em período de recesso, o pedido de informação poderá ser encaminhado ainda neste mês. O governo, por sua vez, dispõe de um prazo legal de 30 dias para responder oficialmente. Ontem o secretário estadual de Imprensa, Evaldo Costa, alegou que o gasto não se restringe a viagens feitas pelo governador, mas por toda equipe do governo que, segundo ele, não dispõe de helicóptero ou aviões próprios.

Do início de 2012 para cá, as operações foram executadas por três empresas: Sociedade de Táxi Aéreo Weston Ltda, Easy Táxi Aéreo Ltda e Colt Táxi Aéreo S.A.. A reportagem do JC apurou com base nos dados oferecidos pelo Portal da Transparência que, em 2011, os gastos com frete de avião e helicóptero foram de, pelo menos, R$ 4 milhões.

No Rio de Janeiro, o governador Sérgio Cabral (PMDB) é alvo de investigação do Ministério Público por despesas irregulares com a frota de aeronaves. Ele é acusado de utilizar o transporte aéreo em compromisso pessoais e familiares. Só em 2012, foram gastos R$ 9,5 milhões nesse tipo de operação. Em 2010, o custo foi de R$ 6,8 milhões.

Fonte: Por Débora Duque, do Jornal do Commercio.

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão autorizou, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (15), a contratação temporária de 7.825 pessoas para realização de pesquisas econômicas e sociodemográficas no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Do total de vagas, 7.600 são para candidatos de nível médio, além de 180 para agente de pesquisa por telefone. Quem possui nível superior pode concorrer a 27 oportunidades no cargo de analista de geoprocessamento e 18 de supervisor de pesquisa por telefone.

As contratações deverão ser efetuadas por meio de processo seletivo simplificado. O prazo de duração dos contratos deverá ser de até um ano, com possibilidade de prorrogação até o limite máximo de dois anos, desde que a prorrogação seja devidamente justificada, com base nas necessidades de conclusão das atividades.

Fonte: Por Belisa Parente, do Blog dos Concursos.

MONTEVIDÉU – Ao desembarcar em Montevidéu (Uruguai) na noite da última quinta-feira (11), para a reunião de cúpula do Mercosul, a presidenta Dilma Rousseff fez um balanço dos protestos promovidos em todo o país. Segundo ela, “as manifestações têm que ser respeitadas” porque reivindicar direitos sociais “e querer mais é algo muito positivo para a democracia”. A presidenta criticou, no entanto, as interrupções de rodovias e os atos violentos que, em sua opinião, precisam ser condenados e coibidos pelo governo.

“Nós contamos também com o Judiciário, para multar aquelas organizações e aquelas entidades que paralisam estradas porque o direito de ir e vir é fundamental. É um direito democrático”, disse Dilma, em entrevista na porta do hotel em que está hospedada. Para ela, o governo deveria acelerar as reformas para atender às demandas da população. “Precisamos de melhor serviço no Brasil”. A presidenta lembrou que, nos últimos dez anos, o país “avançou de forma expressiva”. Essas conquistas, disse, “vieram para ficar e não serão de nenhuma forma abaladas”. Cabe agora “aumentar os direitos sociais”.

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante – que acompanha a presidenta na viagem a Montevidéu – também criticou o bloqueio de estradas porque “prejudica a vidas das pessoas e não constrói nada – não gera mais democracia, nem mais direitos sociais”. Ele disse que as manifestações precisam ser respeitadas, mas que os manifestantes também precisam respeitar os direitos dos outros. “Isso faz parte do amadurecimento e acho que está cada vez mais sólido”. Mercadante considera que os protestos estão “mais moderados”. Segundo ele, o Brasil está encerrando um ciclo.

Para o ministro, a inflação vai cair. Ele voltou a defender destinação de 75% dos recursos dos royalties do petróleo e dos rendimentos do Fundo Social à educação e de 25% à saúde. Mercadante lembrou a licitação para o campo de Libra, na Bacia de Santos, em outubro. “É a maior licitação da história da economia internacional do petróleo. São entre 8 bilhões e 12 bilhões de barris. A estimativa é que Libras produza, em 35 anos, US$ 1 trilhão aproximadamente. Usar essa riqueza para a educação é um grande avanço”, completou.

Fonte: Agência Brasil.

Quem poderia imaginar este grande abalo na política e no governo da presidente Dilma Rousseff (PT). As recentes manifestações em todo o País, em busca de mudanças, abalaram os alicerces das três esferas do Poder, a saber, Executivo, Legislativo e Judiciário. Tudo isso caiu como uma bomba nuclear em Brasílica, centro do poder. Ao bater o recorde de aceitação do seu governo, beirando 65% de ótimo e bom em março, na pesquisa Datafolha, a presidente parecia caminhar para uma reeleição certa no próximo ano, vencendo já no primeiro turno, segundo a quase unanimidade dos analistas políticos.

Mas as previsões mudaram-se de repente. Há três semanas, quando começaram os primeiros protestos nas ruas contra o aumento das passagens de ônibus, a aprovação da presidente despencou para 57%, ainda um patamar alto para quem estava completando dois anos e meio de mandato tendo que enfrentar uma séria crise econômica, mas já se colocava em dúvida se haveria ou não um segundo turno.

Mas, com a divulgação de nova pesquisa Datafolha, 29 de junho, mostrando uma violenta queda de 27 pontos na aprovação do governo, Dilma cai a menos da metade do que tinha em março: apenas 30% de ótimo e bom, o mais baixo índice desde a sua posse.

Os analistas afirmam que Dilma tem agora o apoio de apenas um em cada três brasileiros. Além disso, as expectativas da população em relação ao futuro são todas pessimistas, segundo os números da mesma pesquisa, indicando que os índices de aprovação do governo podem cair ainda mais. Apenas 27% dos 4.717 eleitores ouvidos em 196 municípios avaliam como positiva a gestão econômica do governo.

Eles acham que as dificuldades que o governo enfrenta na política e na economia desde o início do ano não se agravaram dramaticamente de uma hora para outra. E agora, depois de tentar retomar o controle da iniciativa política com a proposta do plebiscito, a presidente Dilma abriu as portas do Planalto para ouvir todo mundo de uma vez, na semana passada, e já marcou novas reuniões para a próxima, a fim de viabilizar a tão falada reforma política como se fosse a salvação da pátria.

A vitória avassaladora e indiscutível (3×0) da seleção Brasileira sobre a tão temida seleção Espanhola mostrou ao mundo a genialidade na arte do futebol. Milhões de telespectadores assistiram a magia dos jogadores brasileiros. O gigante estava apenas adormecido, mas acordou para bradar em alta voz quem manda no futebol mundial. A seleção pentacampeã do mundo, a seleção tetracampeão da Copa das Confederações, está de volta com seus talentos individuais. A canarinha exibiu um futebol convincente, competitivo e habilidoso. Agora, o cenário para a Copa de Futebol Mundial da FIFA mudou. O novo favorito para levantar a taça de campeão.

Os jogadores do Brasil envolveram os atletas espanhóis com uma facilidade, que parecia mais um jogo amistoso. O time de Felipão não deu trégua, mordeu o tempo todo na marcação e não deu outra: vitória esmagadora contra a seleção da Espanha. Neymar e Fred deram um show à parte, como todo, o time jogou bem, o futebol coletivo prevaleceu, o estilo implantado pelo técnico Luiz Filipe Socallari mudou a forma de a seleção jogar. Hoje, com esta conquista da Copa das Confederações não deixou nenhuma sobra de dúvida que o Brasil é a terra do futebol.

O Brasil começou o jogo arrasador, logo no início da partida, Fred aproveitou a sobra na pequena áreas, mesmo deitado no chão, conseguiu chutar a bola para o fundo das redes, um a zero. O time continuou a tocar a bola e atacar com perigo. O resultado não poderia ser outro. No final do primeiro tempo, a camisa 10 da seleção Brasileira, Neymar aproveitou um passe de Oscar pelo lado esquerdo e, com muita habilidade, mandou uma bomba para o gol espanhol, chegamos a dois a zero. No início do segundo tempo, Fred entra na grande área e chuta forte para o fundo gol. Os torcedores quase que não acreditavam no que estavam vendo. A torcida foi ao delírio com mais um gol a favor do Brasil. Uma goleada na até então melhor seleção do mundo. A Espanha caiu de quatro diante da supremacia brasileira. Eles estavam perplexos com o futebol envolvente do time brasileiro. O mundo do futebol encurva-se diante da nossa seleção. O futebol arte volta a impressionar os amantes deste esporte mais popular do mundo.

Câmara altera texto que torna corrupção crime hediondo. (Foto: Luiz Macedo/Ag. Câmara)

Câmara altera texto que torna corrupção crime hediondo. (Foto: Luiz Macedo/Ag. Câmara)

Mesmo dizendo ter pressa para aprovar o projeto que torna a corrupção crime hediondo, a Câmara decidiu alterar o texto votado no Senado na semana passada. Os deputados querem ampliar os efeitos do tema. A mudança vai especificar melhor os casos incluídos na regra, porém, poderá atrasar a tramitação da proposta, que também extingue benefícios de corruptos, como a libertação ao pagar fiança.

O texto aprovado pelos senadores na última quarta-feira aumenta a pena mínima de dois para quatro anos de cadeia para quem agir ilegalmente contra a administração pública, incluindo a corrupção ativa e passiva, o peculato (desvio de dinheiro por funcionário ou agente público), a concussão (quando um funcionário público obtém dinheiro ou vantagem indevidamente) e o excesso de exação (espécie de cobrança de propina). Mas o esforço dos deputados é para aprovar um texto enviado pelo Executivo na gestão do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que especifica os agentes públicos que estariam sujeitos a essa punição. “Temos de avançar: não é crime hediondo apenas para quem cometer algum delito na área pública. Tem de ser uma norma geral, que valha para políticos, deputados, senadores, servidores públicos, membros do Ministério Público, juízes, para todos”, explica o líder do PT, José Guimarães (CE).

Fonte: Correio Braziliense.

O presidente nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) e governador de Pernambuco, Eduardo Campos, afirmou que a realização do plebiscito é válida para reformar a política brasileira, mas não este ano. “Nós não chegamos a discutir data do plebiscito, mas há incongruência da capacidade material de fazer e tempo que resta ao Congresso e incompatibilidade conceitual, pois a sociedade precisa participar da elaboração das perguntas. Os fatos mostram que não tem como fazer plebiscito que valha para 2014”, disse em entrevista na tarde desta terça-feira (2), no Recife.

Para Campos, o plebiscito não deve ser realizado este ano “até por efeito de economia para o erário público, [o plebiscito] pode ser feito junto à eleição [marcada para 5 de outubro do próximo ano]”, acrescentou.

Dos cinco temas sugeridos ao Senado pela presidente Dilma Rousseff nesta terça, o PSB não conseguiu chegar a um consenso sobre dois – financiamento das campanhas e sistema de votação. O partido acredita que outros dois devem ser votados imediatamente, independente da consulta popular – o fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso e continuidade ou não de coligações partidárias proporcionais.

O quinto tema – continuidade ou não da suplência para senador – não foi debatido na reunião do PSB realizada em um hotel de Boa Viagem, Zona Sul do Recife, realizada na última segunda (2). O encontrou durou mais de sete horas e resultou na produção de uma resolução do partido com recomendações que será entregue a parlamentares, governantes e militância.

Na resolução, o PSB recomenda aos parlamentares que articulem para votação imediata os projetos de lei que “ampliam a participação e controle social e a melhoria dos serviços públicos, em consonância com o recado das ruas”, como é o caso do fim do voto secreto no Congresso e em todas as casas legislativas; unificação das eleições com o fim da reeleição e instituição de mandatos de cinco anos; fim das coligações proporcionais; desoneração tributária do transporte coletivo; aprovação do Plano Nacional de Educação com a destinação de 10% do PIB para a educação e destinação de 10% do orçamento da União para a saúde.

A mensagem de Dilma Rousseff sobre o plebiscito foi entregue ao Senado pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e pelo vice-presidente da República, Michel Temer. Cardozo disse que a decisão final sobre os temas e a realização do plebiscito cabe ao Congresso, que definirá a data e se as regras aprovadas valerão para as eleições de 2014, quando serão escolhidos presidente, governadores, senadores e deputados.

Fim do voto secreto
Campos ainda afirmou que o PSB defende o fim do voto secreto em deliberações do Congresso e das coligações partidárias proporcionais. “Há clara opinião da sociedade para o fim do voto secreto. No passado, o partido já defendeu [coligações partidárias proporcionais], mas reviu sua decisão para melhorar a vida partidária e dar mais segurança ao eleitor”, argumentou.

O governador também afirmou que o debate sobre continuidade ou não da suplência para senador não é “tema relevante para ser votado em plebiscito”. “Sobre o financiamento público ou privado de campanha e sistema eleitoral [voto proporcional ou distrital] não há consenso no PSB. Discutimos por mais de sete horas ontem, e as colocações foram as mais diversas. Há quem defenda como está hoje, podendo ser aperfeiçoado, e outro tipo de sistema e financiamento”, explicou.

PSB ainda sem candidato
Pela Constituição, qualquer alteração no processo eleitoral deve entrar em vigor ao menos 12 meses antes de ser aplicada. As eleições do ano que vem estão marcadas para 5 de outubro; para valer em 2014, portanto, qualquer reforma deveria ser aprovada até 5 de outubro deste ano.

Questionado se os petistas trabalham para submeter à consulta popular apenas os pontos de interesse do próprio partido, Campos desconversou. “Dilma sugeriu [perguntas], partidos também, é importante que sociedade também sugira. A gente precisa olhar além do horizonte dos partidos e futuro do País”, comentou. O governador também garantiu que a eleição de 2014, com possível colocação de um candidato próprio, não foi tema discutido na reunião.

Fonte: Por Luna Markman, do G1 PE.

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