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Goiana

Em um dia histórico para a comunidade de São Lourenço, a população reuniu-se para acompanhar a solenidade da reinauguração da Escola Municipal Adélia Carneiro Pedrosa. Na tarde do último dia 5 de fevereiro, o prefeito Fred Gadêlha (PTB), juntamente com o deputado estadual Ricardo Costa (PMDB), secretários estaduais e diversas autoridades municipais, entregou aos moradores mais uma importante obra social: uma escola totalmente reformada e ampliada.

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Gestor moderno: Prefeito Fred tem a competência e a experiência para gerir uma cidade.

Gestor moderno: Prefeito Fred tem a competência e a experiência para gerir uma cidade.

Num momento de descrença na política, de modo geral no Brasil, o município de Goiana, na Mata Norte do Estado, conviveu com este conflito com seus políticos tradicionais. Os eleitores cansados da velha política desejaram mudança, renovação no seu quadro político. Então, na eleição para prefeito de Goiana de 2012, surge o novo, a juventude, a competência. Embora tenha rejeitado o convite para se candidatar-se a prefeito, o ex-gerente concursado de carreira, Fred Gadelha (PTB) larga seu trabalho e adentra-se numa eleição ferrenha e, para a admiração de todos, ganha a eleição para prefeito com uma votação expressiva de 26.534, com 54% dos votos válidos. Continue lendo

Metade dos municípios pernambucanos devem terminar 2014 com problemas junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE). Segundo levantamento do próprio TCE, 90 das 184 cidades estão acima do limite máximo de comprometimento da receita com despesas de pessoal, que é de 54%. Para evitar punições, alguns prefeitos precisaram “cortar na carne”, demitindo funcionários comissionados e contratados em massa. No entanto, o clima de crise deve permanecer sem solução em 2015.

A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) estabelece limites de comprometimento com despesa de pessoal e o TCE é responsável por alertar os prefeitos. Quando a prefeitura extrapola o limite máximo, de 54%, o gestor fica impedido de contrair novas despesas e ainda pode ser punido. Só em 2014, 151 municípios receberam os três tipos de alertar emitidos pelo TCE.

No topo da extensa lista de cidades acima dos 54%, o município de Cupira, no Agreste, chega a comprometer 77,95% da sua receita anual com despesas de pessoal. De um orçamento de R$ 34 milhões, a prefeitura emprega R$ 26 milhões para a folha de pagamento. Com os R$ 8 milhões restantes, o prefeito tem que fazer a manutenção da máquina administrativa e dos serviços oferecidos nas áreas de educação, saúde, assistência social e limpeza urbana, por exemplo. Outro caso é Nazaré da Mata, com orçamento anual de R$ 40 milhões, dos quais utiliza R$ 30 milhões (76,31%) para remunerar o quadro funcional. Grandes cidades como Paulista (55,17%), Igarassu (66,62%), Carpina (63,52%), Goiana (63,40%) e Gravatá (67,03%) também entraram na lista.

Para se adequar à lei, os municípios têm recorrido a corte nas gratificações, como fez o Cabo de Agostinho e Moreno, no Grande Recife, e Água Preta, na Mata Sul. Para outros, o jeito foi demitir cargos comissionados. Carpina, na Mata Norte, demitiu cerca de 400 comissionados, enquanto Itapissuma, no Grande Recife, colocou na rua 160 pessoas que ocupavam cargos de comissão. “No final do ano ficou mais claro, a crise agravou-se. Demissão é uma coisa terrível, é a última medida que qualquer gestor toma”, afirma o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), José Patriota.

Segundo Patriota, dificilmente as prefeituras que extrapolaram os 54% irão honrar os compromissos trabalhistas dos funcionários demitidos, como pagamento de décimo terceiro e férias. “Acho que a maioria (das prefeituras) não vai cumprir. A gente nunca viveu uma crise tão grave, é difícil cumprir a missão com receita estagnada”, confessa Patriota.

A diminuição dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) é vista como principal fator de redução das receitas municipais. “Os funcionários de programas federais e estaduais, como o Saúde da Família, são registrados na folha do município. Se a União e o Estado assumissem os gastos dos seus programas, nossa situação estaria melhor”, definiu. Entre as soluções, Patriota apontou o aprimoramento do pacto federativo e a redistribuição de atribuições de União, Estados e Municípios.

De acordo com a coordenadora de controle externo do TCE, Bethânia Melo, o ideal é que as prefeituras fiquem perto do limite que a lei impõe. O exercício de 2014 se encerra no dia 31 de dezembro, mas os prefeitos terão até o dia 30 de janeiro de 2015 para apresentar um percentual de acordo com a LRF. “Caso o prefeito ultrapasse a despesa com pessoal (54%), a LRF concede um prazo de 2 quadrimestres para retorno ao limite”, explica Bethânia. Essa recondução ao limite será acompanhada pelo TCE e, caso o gestor não cumpra os prazos, ele pode ter as contas rejeitadas.

Fonte: Por Ulysses Gadêlha, do JC Online.

Goiana, Ipojuca, Cabo de Santo Agostinho, São Lourenço da Mata e até Recife: a transformação de áreas bucólicas em zonas urbanizadas ganha velocidade longe do centro, o umbigo da capital. Nessa expansão imobiliária, a promessa de resolver gargalos urbanos é a linha de frente do mercado. Os diferentes projetos podem ou não entregar o que vendem, mas a promessa é responder às principais questões no foco do debate urbano – ciclofaixas, calçadas seguras e uma vizinhança verde para a família. Esse é o mercado do desenvolvimento urbano. Nele, metade dos projetos anunciados há dois anos continua no papel. Mas o que está em curso já mudou a paisagem e o mapa das vendas locais.

A demanda dos clientes mostra que o desejo por morar melhor não é privilégio de áreas centrais. Os complexos, inclusive, se propõem a responder às distorções do rápido crescimento do Grande Recife ao sul, com refinaria, estaleiros e dezenas de outras indústrias em Suape, a oeste, rumo à BR-232, e ao norte, rumo a Goiana, na Zona da Mata. Sem terrenos livres na capital, novas áreas viraram um produto muito conhecido em outras regiões do País e no exterior: bairros planejados. Em vez de uma ou duas torres, o porte dos projetos chega a um bairro de Boa Viagem.

Em 3 de junho de 2012, em reportagem, o JC catalogou 14 projetos, que tirariam do papel, em dez anos, 90 mil casas, lotes e apartamentos. Seria tanto imóvel que para dar conta o mercado local precisaria dobrar o volume de vendas e se manter em alta por uma década, um desafio até para a China.

Dois anos depois, a reportagem revisitou cada projeto. Por três semanas, escutou empresários, urbanistas e cidadãos. No aspecto qualidade, o “planejado” na publicidade de alguns se choca com a ausência de vida própria, o que exige mistura de moradia, lazer, comércio e serviços. O risco é reproduzir “amontoados de gente” como ocorreu na zona oeste da década de 1970, o que induziu degradação social e ambiental. Quanto aos números, mais da metade está no papel. Dois anunciam o início das obras, um está em fase de terraplenagem e quatro não têm perspectiva.

“O que estava se colocando era realmente grande para a realidade local”, diz André Callou, presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi). Ele conta que, além da demanda, os projetos são literalmente complexos. E a análise lenta, na burocracia, vira arrastada.

Se em Pernambuco falar de bairros planejados é lembrar do polêmico Novo Recife, um dos que ficaram no papel, seus 10 hectares e 12 edifícios servem de medida. Ele é, de longe, o menor.

Em São Lourenço da Mata, em uma área três vezes maior, a Mata Atlântica é o apelo do Reserva São Lourenço, da Pernambuco Construtora Soft. O complexo de 64 edifícios já tem boa parte vendida e construída. Em Socorro, Jaboatão dos Guararapes, mês que vem saem as vendas do quinto condomínio do Reserva Villa Natal, com cem edifícios, parceria da MRV, especializada em projetos populares, com a Vivex, linha econômica da Moura Dubeux. Cada venda já é fechada com financiamento, diz Tony Vasconcelos, superintendente comercial da Moura Dubeux. Os dois projetos são pelo programa popular Minha Casa, Minha Vida.

Na capital, a Patrimonial Inteligência Imobiliária anuncia para o mês que vem as obras do EcoCity Jiquiá. A área de 35 hectares no entorno da Justiça Federal terá investimento de R$ 1 bilhão, segundo a empresa, na fiação embutida, ciclovias, saneamento e “calçadas de gerar inveja às dos bairros mais nobres”. Serão 30 torres residenciais, seis empresariais e um shopping.

No Cabo, a pioneira Reserva do Paiva tem 550 hectares e uma praia como cartão postal. O complexo está na sexta etapa e terá 25 mil unidades, entre apartamentos, casas, flats e salas comerciais. O investimento é de R$ 5,3 bilhões. Luiz Henrique Valverde, diretor da Odebrecht Realizações Imobiliárias, afirma que projetos de implantação longa exigem capacidade de investimento, infraestrutura e estudo de cada fase, empresarial ou hotel. Além de outra preocupação: manutenção. “É preciso ter visão de longo prazo. É diferente de um projeto de quatro ou cinco anos”, afirma.

As prefeituras precisam ter capacidade técnica, inclusive para lidar com a ocupação do entorno dos projetos. Perto do Paiva, já são 11 torres de até 30 andares à beira-mar de Barra de Jangada, em Jaboatão. É quase um Novo Recife, só uma das várias mudanças em curso na região metropolitana.

Fonte: Por Giovanni Sandes, do Jornal do Commercio.

Croqui da futura fábrica da Lear / Divulgação

Croqui da futura fábrica da Lear. (Foto: Reprodução)

A Lear Corporation, empresa que fabricará os bancos dos automóveis da Jeep (fábrica que o Grupo Fiat Chrysler está construindo em Goiana, na Mata Norte pernambucana), está com seis vagas de emprego abertas, para as funções de conferente e operador de produção.

São três vagas para cada função. Para conferente é necessário ter experiência em operação de empilhadeira.

Os candidatos interessados em participar da seleção deverão comparecer na próxima terça-feira (29 de julho), a partir das 14h, à Agência de Desenvolvimento de Goiana (AD Goiana), que fica na Rua 05 de Maio nº 48, no Centro da Cidade. É necessário levar currículo e documentos pessoais (RG, CPF e Carteira de Trabalho). A AD Goiana não informou o valor da remuneração.

Quer saber um pouco mais sobre as duas funções, veja o que diz o site www.infojobs.com,br

O Conferente é o profissional responsável por conferir todos os produtos, mercadorias e peças produzidas. Um Conferente recebe e confere produtos e materiais em almoxarifados, verificando se está na quantidade correta para distribuição, embarque ou venda.Está sob as responsabilidades de um Conferente realizar a conferências de controle de qualidade de 100% das peças de todos os itens, conferir entrada e saída de materiais, organização e controle do estoque, separar e conferir materiais para a produção, apontar a produção e controlar a frequência de mão-de-obra, acompanhar atividades de produção, conferir cargas e verificar documentação, controlar entrada e saída de materiais, conferir todos os produtos, mercadorias e peças produzidas, antes de estocar ou liberar produtos, realizar a contagem, comparando os itens com a Nota Fiscal ou pedido de compra e venda, verificar danos de quaisquer espécie, inclusive conformidade com o prazo de validade, comunica ao supervisor divergências de código, qualidade (especificações) ou quantidade, comparar fisicamente os produtos a serem embarcados com aquilo que consta na Nota Fiscal ou pedido, verificar etiquetas e se o endereço está correto para estocagem ou entrega, saber operar equipamentos de movimentação e controle de materiais, balanças, microcomputadores, terminais, operando-os com segurança e de forma eficiente. Para quer o profissional tenha um bom desempenho como Conferente é essencial que possua ensino médio e cursos na área de logística, tais como organização de almoxarifado, depósito e segurança do trabalho, sendo capaz de trabalhar em diversos processos dentro do ramo de atividade da empresa.

O Operador de Produção é responsável pelo controle dos equipamentos de produção, promovendo o desenvolvimento de produtos de modo que prepare materiais para alimentação de linhas de produção, organize a área de serviço, abasteça linhas de produção, alimente máquinas e separe materiais para reaproveitamento. Um Operador de Produção trabalha na linha de produção, desenvolvendo várias funções, desde inserir os componentes nas esteiras de produção, retirando e embalando o produto final até operar máquinas responsáveis pela manufatura de matérias-primas em bens de consumo. Está sob as responsabilidades de um Operador de Produção comandar máquinas de válvulas, compressores, bombas e demais equipamentos, realizar abastecimento e operação de máquinas, repor materiais, seguir as orientações do superior da área, utilizar corretamente os equipamentos de proteção, zelar pela conservação da organização do local de trabalho, realizar manutenção e limpeza em equipamentos na produção, realizar manutenção autônoma em máquinas e equipamentos, participar de reuniões de produtividade, auxiliando no processo inicial ao processo final de produção. Para que o profissional tenha um bom desempenho como Operador de Produção é essencial que possua atualização em cursos de Qualificação em Operador de Processos de Produção e conhecimento em matemática, leitura de desenhos mecânicos, compreensão das propriedades das matérias-primas e mesmo noções de gestão industrial.

Fonte: Do JC Online.

Dupla: Tadeu Alencar e Yves juntos pelo Litoral Norte.

Dupla: Tadeu Alencar e Yves juntos pelo Litoral Norte.

Em encontro realizado em Igarassu, no início de maio, no Clube Sítio Histórico, com a participação de cerca de mil pessoas, entre elas correligionários e lideranças políticas, compareceram ao evento do 40 do PSB. O ato político foi realizado com o objetivo de debater propostas para o desenvolvimento dos municípios. A reunião foi presidida pelos précandidatos Yves Ribeiro (PSB) – deputado estadual – e Tadeu Alencar (PSB) – deputado federal. Eles defenderam o turismo como alavanca para o desenvolvimento econômico do Litoral Norte. Para eles, há outras possibilidades de fazer a região desenvolver-se, mas a atividade turística é de longe a principal. “A ideia é levantar a bandeira do Litoral Norte voltar a ser destino turístico pela força da sua riqueza natural, cultural e histórica”, comentou o ex-prefeito de Paulista, Yves Ribeiro.

Durante seu discurso, Yves, que já governou os municípios de Itapissuma, Igarassu e Paulista, e conhecem bem esta região, disse que a captação de novas indústrias deve ser explorada como uma fonte de crescimento econômico. “Mas não podemos deixar de lado o potencial natural dessa região, como alavanca do desenvolvimento”, ressaltou.

Para o ex-secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, o governo Eduardo Campos (PSB) descentralizou o desenvolvimento para outras regiões do Estado. “É o que está ocorrendo na Região Norte. Goiana e Itapissuma são exemplos desse projeto de governo. Caso sejamos eleitos, vamos continuar a buscar novos empreendimentos para esta região, atingindo outras cidades”, assegurou Alencar.

Planta da Fiat, em Goiana, é a segunda maior unidade.

Planta da Fiat, em Goiana, é a segunda maior unidade.

Uma boa notícia para quem está desempregado e sem perspectiva de um emprego bem remunerado. Chegou a hora de você ir em busca de uma oportunidade de trabalho, você sempre sonhou em trabalhar na indústria automotiva, esta é sua chance. A fábrica da Fiat abriu uma série de vagas para atuar em sua nova unidade produtiva, localizada em Goiana, na Zona da Mata Norte do Estado de Pernambuco.

A direção da empresa informa que as oportunidades são nas áreas de controladoria, engenharia, manufatura, produção, qualidade e segurança do trabalho. Os interessados podem acessar o endereço oficial da empresa na internet, que redireciona o usuário para uma página do site Vagas. Portanto, não perca tempo e corra atrás de sua vaga. Os salários são interessantes para o início de carreira, além de uma série de vantagens como, por exemplo, plano de saúde e ticket alimentação.

A nova planta será a segunda da Fiat no Brasil – a primeira e única até hoje fica em Betim (MG). Com uma área de aproximadamente 14 milhões de metros quadrados, a fábrica começa a operar em 2015 com uma capacidade produtiva inicial de 250 mil unidades anuais. De lá sairão carros da própria  Fiat e da Chrysler. O primeiro modelo confirmado é o Jeep Renegade, utilitário esportivo compacto apresentado pelos norte-americanos no Salão de Genebra.

É importante preencher o perfil da empresa, enviando, através do site da empresa, os dados pessoais e profissionais do interessado em ocupar uma vaga.

O polo automotivo ancorado pela Fiat Chrysler, em Goiana, na Zona da Mata Norte, vai abrir, até o fim do ano, 2,2 mil novos postos de trabalho. Destes, 850 serão de empregos diretos na companhia italiana e outros 1.350 serão gerados pelos fornecedores instalados dentro do complexo industrial – as chamadas sistemistas. Os profissionais interessados em participar do processo seletivo já podem cadastrar seus currículos no site www.fiat.com.br, por meio do link “Trabalhe Conosco”.

As vagas oferecidas pela Fiat Chrysler são para profissionais de diversas especialidades, de técnicos da área industrial a graduados e pós-graduados em cursos como engenharia, administração, enfermagem e medicina do trabalho, entre outros. De acordo com a Assessoria de Imprensa da montadora, os candidatos que se inscrevem passarão por um processo seletivo e posteriormente participarão de entrevistas com o departamento de Recursos Humanos da empresa.

VAGAS FIAT CHRYSLER – POLO AUTOMOTIVO PERNAMBUCO

Nível Superior completo – 110 vagas

Engenheiro mecânico;
Engenheiro eletrônico;
Engenheiro eletricista;
Engenheiro de automação;
Engenheiro de segurança do trabalho;
Engenheiro químico;
Engenheiro ambiental;
Engenheiro de produção;
Engenheiro de materiais;
Engenheiro civil;
Médico do trabalho;
Supervisor de saúde, segurança e meio ambiente;
Analista e supervisor de logística;
Analista e coordenador de qualidade;
Analista e supervisor de produção;
Analista de recursos humanos;
Analista de tecnologia da informação;
Analista de comunicação corporativa;
Analista de projeto (economia, administração e ciências contábeis);
Enfermeiro.

Nível Técnico – 260 vagas

Técnico em mecânica;
Técnico em eletrotécnica;
Técnico em eletromecânica;
Técnico em eletroeletrônica;
Técnico em automação;
Técnico em instrumentação;
Técnico em segurança do trabalho;
Técnico em enfermagem;
Ferramenteiro;
Técnico em nutrição.

Nível Médio completo ou Técnico em andamento – 480 vagas

Líder de equipe;
Inspetor de qualidade;
Bombeiro civil;
Encarregado de serviços;
Vigilante;
Motorista;
Controlador de estoque;
Operador de linha de produção;
Operador logístico;
Auxiliar de serviços gerais.

Fonte: Fiat/Chrysler.

Grupo Fiat anunciou, oficialmente, no último dia 20 de fevereiro, os nomes das principais empresas fornecedoras da sua nova fábrica na cidade de Goiana, na Mata Norte do Estado de Pernambuco. Entre as cinquentas empresas, está a Magnetti Marelli que será a principal fornecedora da fábrica, que começará a funcionar no início de 2015, segundo expectativas da direção da Fiat. Foram também anunciadas as empresas Denso (ar condicionado), Pirelli (rodas e pneus), Saint-Gobain (vidros), Lear (bancos), Adler (tapetes), Tiberina (soldagem), Powercoat (pintura das peças), PMC (chassi) e Brose (mecanismo para vidros elétricos), além da Magnetti Marelli, que faz parte do grupo e será responsável por grande parte dos componentes fornecidos à unidade.

Essas empresas fornecedores que darão suporte à fabricação dos automóveis, serão instaladas entre os municípios de Igarassu ou Itapissuma, esse último com grandes chances de receber a construção dessas fábricas. No campo econômico, haverá um grande desenvolvimento não só para a cidade de Goiana, que sedia a planta da Fiat, mas também para os municípios adjacentes, como Araçoiaba, Igarassu, Itapissuma, Abreu e Lima, Paulista, além das cidades da Mata Norte.

Com a previsão do início da produção para o início de 2015, a Fiat, o principal empreendimento da região, vai gerar milhares de empregos na região, e arrecadação de impostos para Goiana, que se tornará um dos municípios mais ricos do estado, sem falar das empresas  que compõe o setor farmacoquímico, a exemplo da Hemobras. De fato, Itapissuma como as cervejarias AmBev e Itaipava, e Goiana, com a Fiat e a Hemobras, ambos serão a locomotiva do desenvolvimento socioeconômico do Litoral Norte, carregando nos seus vagões empregos, receitas, riquezas e oportunidades de dias melhores os filhos desta terra.

(Foto: Reprodução)

(Foto: Reprodução)

O Cidade Atlântica, maior bairro planejado para Goiana, na Mata Norte, pode não sair do papel. O projeto foi anunciado no primeiro semestre de 2012 por um grupo de empresas formado pela Cavalcanti Petribu, GL Empreendimentos e Queiroz Galvão. No plano original, o bairro ocuparia 600 hectares em uma área próxima à fábrica da Fiat.

Segundo fontes da prefeitura, a montadora não aceitou a proximidade, sob a justificativa de que poderia prejudicar o desenvolvimento da marca em Pernambuco. As empresas envolvidas confirmam que o plano está em stand by e pode até ser reformulado em outra cidade.

“Estamos analisando possibilidades e readequando o projeto original. Esse não é apenas um empreendimento imobiliário, é a formação de uma nova centralidade dentro do estado e precisa ser uma ação muito bem estruturada”, pondera Paulo Ângelo Rangel, gerente regional de negócios e desenvolvimento urbano da Queiroz Galvão Desenvolvimento Imobiliário.

Segundo ele, o terreno em Goiana pode ser usado para empreendimento semelhante. “Essa área é de nosso interesse, mas temos terrenos em outros pontos do estado que comportariam bem o projeto.”

No plano original, o Cidade Atlântica previa um investimento de R$ 3 bilhões, com capacidade para 60 mil pessoas e 18 mil unidades habitacionais. Os imóveis seriam de dois, quatro e sete pavimentos, distribuídos em dois bairros. O projeto teria 20 m2 de área verde por habitante, dois centros comerciais, um regional e um local, mais dois centros menores em cada um dos bairros residenciais.

O centro regional abrigaria ainda um shopping, dois hotéis, um centro de logística, empresariais, unidades de capacitação técnica e um hospital. Já no centro local haveria escolas, postos de gasolina, supermercados, consultórios médicos e outros pontos comerciais.

Fonte: Por Thatiana Pimentel, do DiariodePernambuco.com.br.

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