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Pernambuco

Rubro-negros nada poderão fazer em campo. A única saída é torcer por uma extensa combinação de resultados. (Foto: Reprodução)

Rubro-negros nada poderão fazer em campo. A única saída é torcer por uma extensa combinação de resultados. (Foto: Reprodução)

Hoje é dia do Leão saber se o improvável poderá se tornar realidade. Uma vaga na Copa Sul-Americana, mesmo com o rebaixamento à Série B no ano passado e a eliminação precoce na Copa do Brasil, pode vir. A esperança, porém, está nos pés alheios. Logo mais, à noite, a torcida leonina será de Botafogo, Santos, Ponte Preta e Atlético-PR.

Uma parte da esperança rubro-negra foi a campo na quarta-feira passada. E saiu derrotada. Se por um lado a fila “andou positivamente” com a classificação às oitavas de final da Copa do Brasil de Cruzeiro, Internacional e Flamengo – no novo critério da CBF, equipes que chegam a essa fase não podem disputar a Sul-Americana -, por outro, a eliminação do Criciúma, após novo empate com o Salgueiro (1 a 1), além da igualdade do Santos com o Crac (1 a 1) e a derrota da Ponte Preta para o Nacional (0 a 1), ambos em casa, deixaram a vaga mais longe do Sport.

Com a eliminação, o Criciúma se garantiu na Sul-Americana, deixando apenas três vagas disponíveis. À frente do Sport, na fila, restam cinco times. Desses, quatro ainda jogam – Botafogo, Santos, Ponte Preta e Atlético-PR -, enquanto o Vitória está na mesma situação que o Leão, eliminado, mas à frente dele na espera. Para que o Rubro-negro pernambucano se classifique, apenas um desses quatro clubes pode falhar no avanço na Copa do Brasil.

O que complica a situação é que a Ponte Preta claramente prefere a disputa da competição continental – como fizeram equipes como Náutico e Coritiba. Para se ter uma ideia, a Macaca mandou um time reserva a Manaus e nem o técnico Paulo César Carpegiani viajou. Por isso, é difícil que a derrota na partida de ida seja revertida. Isso faz com que a margem do Sport seja zero. Nos outros três jogos da rodada, Botafogo, Santos e Atlético-PR têm que avançar na Copa do Brasil. Caso contrário, nada do Leão na Sul-Americana. A torcida vai ter que ser grande.

A rodada da Copa do Brasil

19h30
Atlético-PR    x    Paysandu
Na ida: Paysandu    0 x 0    Atlético-PR

21h30
Nacional-AM    x    Ponte Preta
Na ida: Ponte Preta    1 x 0    Nacional-AM

21h50
Figueirense    x    Botafogo
Na ida: Botafogo    1 x 0    Figueirense

Crac-GO    x    Santos
Na ida: Santos    1 x 1    Crac-GO

* Em negrito, os times que precisam avançar na Copa do Brasil para o Sport ir para a Sul-Americana (basta três).

Os já classificados
Náutico
Coritiba
Bahia
Portuguesa
Criciúma

Fonte: Por Alexandre Barbosa, do Diario de Pernambuco.

Para Eduardo, relatório da PF não difere da auditoria da Controladoria do Estado. (Clemilson Campos/JC Imagem)

Para Eduardo, relatório da PF não difere da auditoria da Controladoria do Estado. (Clemilson Campos/JC Imagem)

Cotado para disputar a presidência da República, o governador Eduardo Campos (PSB) apontou a existência de supostos “interesses políticos” por trás da iniciativa da Polícia Federal que, no último domingo (22), solicitou ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a abertura de uma investigação sobre os contratos firmados pelo Executivo estadual com a empresa Ideia Digital, no valor de R$ 77,5 milhões. O pedido aconteceu um dia após a divulgação, em matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, do inquérito que constatou irregularidades na contratação da mesma empresa pela prefeitura de João Pessoa (PB), em 2010. Na época, a cidade era administrada por Ricardo Coutinho (PSB), atual governador da Paraíba.

A versão da PF é de que o dinheiro usado para pagar a empresa na capital paraibana teve como destino final o financiamento da campanha de Coutinho ao governo do Estado. A verba era originária de um convênio firmado entre a prefeitura de João Pessoa e o ministério da Ciência e Tecnologia, cujo titular, naquele ano, era Sérgio Rezende (PSB). Antes dele, a pasta foi comandada, em 2004 e 2005, pelo próprio Eduardo. “Ninguém aqui é inocente para achar que não há interesse político. Ninguém é inocente”, disse Eduardo após participar da abertura do Fórum do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia. Durante todo o evento, o governador permaneceu com o semblante sério.

Em Pernambuco, a empresa Ideia Digital firmou dois contratos com a secretaria de Educação e outro com a de Ciência e Tecnologia. As contratações foram suspensas após a divulgação, em 2012, dos primeiros indícios de irregularidades na relação da empresa com a prefeitura de João Pessoa, pelo programa Fantástico, da Rede Globo.

Em sua defesa, o governador Eduardo Campos diz que solicitou, na época, a apuração dos possíveis problemas nos contratos à Controladoria-geral e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE). “A Controladoria esperava que o inquérito da Polícia Federal trouxesse informações que pudessem contribuir para a investigação. O que ocorre é que a PF não fala, não prova, nem comprova absolutamente nada em relação a Pernambuco”, alegou Eduardo, sem mencionar o pedido de abertura de investigação enviado ao MPPE .

O governador também afirmou que sua preocupação não é “desqualificar” a denúncia, mas “responder à sociedade com tranquilidade”. De acordo com ele, a Controladoria-Geral do Estado deverá apresentar seu “diagnóstico” dentro de 30 dias com base nas informações que ela própria recolheu. Eduardo também saiu em defesa do correligionário, Ricardo Coutinho, a quem classificou de “político sério, honrado e com vida pública bonita”.

Fonte: Por Débora Duque, do Jornal do Commercio.

Mais uma para a galeria de teses sobre o rumo que Eduardo Campos tomará nas eleições de 2014. Um socialista com passe-livre nos corredores do Campo das Princesas garante que, na última conversa que tiveram, o ex-presidente Lula pediu, isto mesmo: pediu, ao governador que seja candidato à Presidência da República. “Agora é carga!”, comemorou o palaciano. A versão vem no momento em que a bancada federal do PSB saiu de uma reunião com o cacique, no Recife, fechada com a construção do projeto nacional do pernambucano. Mais ainda, diz o socialista em reserva, não seria uma segunda candidatura da base, mas uma alternativa à reeleição de Dilma. Teria Lula pragmatismo suficiente diante da queda de aprovação da presidente de articular um candidato de outro partido para salvar o projeto? Outra versão reza que o ex-presidente não foi tão categórico na conversa, deixando claro apenas que não pediria ao aliado que abortasse seu projeto nacional. A comprovar.

Na espera 
Enquanto Campos não anuncia sua decisão, todo o quadro político pernambucano espera com a respiração suspensa. Dependem disso a unidade da Frente Popular, o perfil do candidato do PSB à sua sucessão, as chapas proporcionais e o mapa das tradicionais migrações partidárias visando à eleição, que precisam ser realizadas até 5 de outubro. Está faltando rivotril no mercado.

OPOSIÇÃO – Também a oposição está em compasso de espera. Sabe que uma campanha estadual com Eduardo Campos levando seu candidato debaixo do braço é quase uma barbada e aposta que o socialista mantenha o projeto nacional. Sonha, ainda, que neste cenário possa trazer o PTB para o seu lado.

PMDB 1 – O PMDB, voraz e notório glutão de ministérios está propondo uma PEC que limite a 25 o número de pastas no Governo Federal.

PMDB 2 – É algo como se o ex-treinador Carlos Alberto Parreira viesse a público pedir mais ofensividade na Seleção Brasileira. Quem puder, acredite.

PMDB 3 – Sobre as seis pastas que seu partido detém, o líder Eduardo Cunha lamenta: “Tem ministro, mas não tem ministério”. Coitados…

Insistência – Outro fator pode pesar para Campos. Desgastado mas com um recall de dezenas milhões de votos, o ex-governador de São Paulo, José Serra, pretende ser candidato pelo incerto MD. O excesso de candidaturas de oposição pode minar o crescimento do socialista.

Encontro 1 – Estava programado para a última sexta-feira um encontro entre o governador e o ministro do TCU José Múcio Monteiro, que ainda consta das especulações sobre possíveis candidatos a governador que poderiam ter a bênção de Eduardo Campos. 

Encontro 2 – Como o governador permaneceria em Garanhuns durante todo o final de semana, a conversa ficou para esta semana. O prefeito de Ipojuca, Carlos Santana (PSDB), também deve ser um dos participantes do encontro.

Fonte: Por Renata Bezerra de Melo, do Folha PE.

Defensor de uma gestão moderna, que valoriza a meritocracia no lugar da indicação política, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), não para de nomear ex-prefeitos e ex-deputados para cargos de confiança no governo do Estado. Nesses últimos meses, uma leva de ex-gestores municipais, que ficaram sem mandato no início deste ano, estão ocupando cargos estratégicos e de “alta patente”. Só para citar os mais recentes, atenderam ao chamado do governador Adelmo Moura (Itapetim), Lula Cabral (Cabo de Santo Agostinho), Alberico Messias (Iguaraci) e Yves Ribeiro (Paulista). O “gabinete político” do governador reúne, segundo levantamento do JC, pelo menos outros sete ex-prefeitos e três ex-deputados (veja quadro).

A grande maioria deles ocupa o segundo e o terceiro escalão do governo do Estado e está lotada em secretarias como a da Casa Civil, de Cidades e o Gabinete do governador. Outros assumiram funções estratégicas. O ex-prefeito de São José do Belmonte Rogério Leão (PR), por exemplo, é o novo diretor do Porto do Recife e Lula Cabral (PSC), que fez o seu sucessor nas eleições passadas no Cabo de Santo Agostinho – o prefeito Vado da Farmácia (PSB) – está à frente da Junta Comercial de Pernambuco (Jucepe).

Ao todo, o governo possui 3.553 cargos em comissão, o maior patamar até então já alcançado na máquina pública estadual. De acordo com informação disponível no Portal da Transparência, as remunerações entre os 14 políticos comissionados variam de R$ 4.648,10, para a função de assessor especial do governador, a R$ 9.966,62 para ser secretário-executivo. O peso mensal à folha salarial dessa assessoria política gira em torno de R$ 76 mil por mês.

Depois de deixar a Prefeitura de Itapetim, Adelmo Moura aceitou prontamente a missão proposta pelo governador à frente de uma gerência regional dentro da Casa Civil. “Fui chamado pelo próprio governador. Farei a articulação com os prefeitos, vereadores e associações na região do Pajeú, com 17 cidades. Serei o elo da Casa Civil. Assim como Yves Ribeiro vai cuidar da Região Metropolitana”, explicou ele, nomeado no último 11 de junho. Sobre a nova função, como secretário-executivo na mesma pasta, Yves ressalta a sua “bagagem” à frente de três prefeituras. “Graças a Deus, já tenho experiência. Já fui diretor da coordenação dos municípios. Farei agora articulação com os prefeitos, presidentes de câmaras, talvez atinja também a região da Zona da Mata”, explica.

Procurado pelo JC por meio de sua assessoria de imprensa, o secretário da Casa Civil Tadeu Alencar preferiu se pronunciar por nota. “Gostaria de destacar que as pessoas que foram convidadas a integrar o governo do Estado são gestores com larga experiência na vida pública, em suas áreas profissionais de atuação, e que poderão contribuir com o Estado pelo acúmulo de conhecimento adquirido, seja na área política como técnica”, justificou, no texto.

Fonte: Por Carolina Albuquerque, do Jornal do Commercio.

Silvio Meira faz palestra na Campus Party Recife. (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Silvio Meira faz palestra na Campus Party Recife. (Foto: Katherine Coutinho/G1)

“Nunca foi tão difícil surpreender. Empreender é perder o medo de surpreender, isso no Brasil a gente ainda está mal, é algo que a gente tem que fazer muito ainda”. Esse é o aviso de Silvio Meira, professor de engenharia de software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), além de cientista-chefe do C.E.S.A.R, presidente do Conselho de Administração do Porto Digital, entre outros requisitos. Meira abriu o palco principal da Campus Party Recife nesta quinta-feira (18), falando sobre ‘Inovar e Empreender’. Para ele, o grande desafio atualmente não é mostrar as ideias que se tem. “Você pode fazer um protótipo e mostrar, mas a gente vê muita cópia por aí também”, acredita.

“Empreender e inovar não é dom, é questão de ter energia e entender que errar faz parte do processo de aprendizado”, disse ele. Antes de subir ao palco, em conversa com o G1, o professor ressaltou a importância de se estar disposto a aprender o tempo todo. “Quando você sai da faculdade, ‘formado’, acha que sabe tudo. Você tem que aprender fazendo, o tempo inteiro. Se você não tiver um grau de liberdade que se permita errar, entendendo que errar não é fracasso, você não vai conseguir empreender”, aponta.

Para ele, a Campus Party Recife se torna especial pelo histórico da cidade, que atrai estudantes há séculos, lembra Meira. “Tem muita coisa acontecendo aqui, desde muito tempo. Recife foi a primeira cidade do Nordeste a ter um computador. Eu não sou daqui [é paraibano], vim atraído para cá. Lugares que atraem muita gente para estudar tendem a ser lugares criativos. Além disso, [Recife] é uma cidade muito crítica. Se você passar pelo crivo do Recife, você consegue ir para o mundo”, acredita o cientista.

Empreender e inovar virou moda, mas não pode ser tratado com leviandade, alerta. “Ideias, apesar de terem uma força muito grande, não têm capacidade de mudar o mundo. O que muda o mundo é a capacidade de fazer. Enquanto as pessoas estavam nas redes sociais, reclamando, nada acontecia. Quando você vai e bloqueia uma avenida, de repente começa a acontecer um bocado de coisa. Você transformou o potencial. Inovação deve ser confundida com empreendedorismo, não com ideias”, afirma.

Conversando com o G1, Meira lembrou que boas ideias surgem aos montes. “A maioria das boas ideias se perde por uma execução de segunda qualidade”, acredita. Para isso, é preciso conhecer a rede social em que você pretende se inserir. “Redes sociais não começaram ontem. Nós somos sociais por definição. Desde que nós começamos a existir como unidade, começamos a existir como rede”, alertou, para um público atento.

Lembrando também que é preciso estar atento ao mercado em que se está se inserindo, Meira ressaltou que inovar é mudar. “Mudar custa tempo, mais do que dinheiro. Existe uma predisposição natural para ficar como a gente está. E essa história de todo mundo mudar junto é que é essencial para dar certo”, aponta, destacando que é preciso focar em um grupo e ter o contexto, muitas vezes atrelado a uma cultura. “Cultura de um mercado qualquer é transmissão situada de informação que participa daquele contexto”, explica Meira.

Plateia ouve atenta a palestra de Silvio Meira. (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Plateia ouve atenta a palestra de Silvio Meira. (Foto: Katherine Coutinho/G1)

Desafio
Conhecendo a cultura, se conhece os limites. Porém, para se ousar é preciso ir além do lugar comum e explorar as possibilidades, sendo esse o desafio real do novo empreendedor. “Mudar não é fácil e isso acaba gerando as ‘funcionalitites’, que é colocar todas as funções de uma vez, dessa vez que a gente vai mudar, quer colocar todas as funcionalidades que todo mundo pensou. Isso normalmente destrói qualquer boa ideia. É preciso saber dosar”, alerta o cientista.

A dosagem não é fácil, admite Meira. “Perfomance com inovação simultaneamente [é a fórmula para o negócio], eu tenho que ser quase esquizofrênico. Eu executo o presente, enquanto tento criar o futuro. O problema da gente na prática é: como é que a gente combina altas margens de lucro agora com um negócio que não tem nem receita na maioria dos casos”, aponta.

Com isso, seja um novo programa ou um novo serviço, loja ou o que for, é preciso saber onde se está, o que se quer fazer, como se quer fazer e no que vai resultar. “A mudança tem que vir embutida com possibilidade de futuro. Esse troço aqui tem que ter a possibilidade de recuperar o tempo, esforço, recursos que coloquei aqui. Você tem hoje 70% dos jovens de 15 a 24 anos com smartphone e passando 7 horas por dia na internet, então você tem um espaço para criar. […] É preciso também ter em mente que em rede, você não manda, você tenta articular. Você não controla, você não comanda. Ela muda e talvez ela mude, exclua você, dependendo de quem você traz”.

Equipe
Questionado sobre o trabalho em equipe, Meira disse que essa é a única forma de trabalhar. “Se alguém chega na minha empresa dizendo que tem uma grande ideia, eu não deixo nem entrar. É muito mais interessante um cara que se uniu com os outros para tentar fazer”, acredita o cientista, que deu também uma dica para as pessoas que querem começar um novo negócio, em que área for. “Se eu estivesse começando hoje, para dar meus três primeiros passos, mais do que ouvir palestras, eu ia procurar a galera do Sebrae também”, afirma.

Meira falou também sobre o C.E.S.A.R., empresa de desenvolvimento em que é cientista-chefe no Recife e ressaltou que, nesse caso, o local é mais focado no desenvolvimento de técnicos do que empreendedores. “O C.E.S.A.R é uma casa de passagem, eles participam de projetos complexos, têm uma interlocução de alguns dos laboratórios mais competentes do mundo, isso prepara do ponto de vista técnico, embora também dê feeling do mercado. A gente tem uma incubadora, mas dentro do Porto Digital, fora de lá”, explica.

Após explorar os conceitos de inovação e empreendedorismo, Meira concluiu de forma simples o pensamento. “Inovação pode ser vista como criação de valor novo. Porque provavelmente se não for novo, não vai ser inovação. Inovação é pura e simplesmente criação de valor, mas vá fazer que isso é só o começo para começar a entender como faz”, finaliza.

Serviço
Campus Party Recife – 2ª Edição
De 17 a 21 de julho de 2013
Centro de Convenções de Pernambuco (Cecon-PE) e Chevrolet Hall
Avenida Governador Agamenon Magalhães, s/n Recife – PE
http://recife.campus-party.org
Campus Live: http://live.campus-party.org/
Programação completa: http://recife.campus-party.org/2013/agenda-geral.html

Fonte: Por Katherine Coutinho, do G1 PE.

Governador foi lembrado nas duas pesquisas. (Foto:Hesíodo Goes)

Governador foi lembrado nas duas pesquisas. (Foto:Hesíodo Goes)

A mesma pesquisa que identificou uma queda na popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) – do Instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), divulgada nesta terça-feira (16) – também projetou o cenário eleitoral para a corrida presidencial em 2014.

Segundo o levantamento, publicado pelo jornal O Globo, a presidente Dilma, em levantamento espontâneo, aparece em primeiro com 14,8% das intenções de voto. O ex-presidente Lula aparece em segundo, com 10,5%, Marina Silva (Rede) teria 5,9% dos votos e Aécio Neves (PSDB-MG) 4,9%. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB) ficaria com 1,4%, o ex-governador de São Paulo José Serra (PSDB) teria 1,2% e o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, aparece com 0,7% das intenções de voto.

Na estimulada, Dilma teria 33,4% dos votos, seguida por Marina Silva (20,7%), Aécio (15,2%) e Eduardo Campos (7,4%). Brancos e nulos são 17,9% e 5,4% não responderam. Para o segundo turno, Dilma ganha em todos os cenários em que é listada.

Fonte: Por Maurício Júnior, do Blog da Folha.

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