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A Programação Neurolinguística como ferramenta de transformação

O sistema de ensino é uma evolução de diferentes correntes educacionais ao longo dos anos. Diante deste exposto, as ferramentas que permanecem são exatamente as que se provam mais eficientes no repasse da informação. O problema consiste quando todas as técnicas utilizadas são ineficientes a determinadas demandas que se mostram resistentes no emprego destas técnicas. Neste aspecto a neurolinguística surge como mais uma ferramenta de transformação na educação.

A Programação Neurolinguística (PNL) é uma técnica sutil de comunicação gestual criada pelo psicólogo americano Milton Erickson para o tratamento de doentes psicóticos inacessíveis à comunicação verbal. Em essência, consiste em criar um diálogo mudo (palavras códigos) por baixo do fluxo de palavras, dando a estas um poder sugestivo incomparavelmente maior do que têm numa conversação normal. Erickson obteve grandes sucessos terapêuticos com o uso desta técnica, que depois passou a ser usada por equipes de vendedores e publicitários para várias finalidades comerciais e políticas. Quem sempre se deu bem no emprego da PNL foram os vendedores, que se agarraram com ela e hoje fazem sucesso nas vendas, até mesmo no cenário virtual, chamada de neuromarketing.

Na Educação comprovadamente através de pesquisas elaboradas por diferentes estudos, a programação neurolinguística pode afetar de forma positiva o desenvolvimento cognitivo dos alunos que sofrem sua influência. Mas para isso, o professor precisa identificar em si mesmo quais habilidades que melhor se aplica a PNL. A partir daí ele deve buscar adaptar estas habilidades na sala de aula de forma individualizada. Se por exemplo, o aluno é mais visual ele pode aplicar o repasse do ensino com imagens coloridas que prendam sua atenção; se auditivo, elaborar músicas que memorizem fórmulas complexas. Assim vem sendo feito há anos nos cursinhos preparatórios para concursos e pré-vestibulares. Alguns professores ainda vão além e desenvolvem o que chamamos de ancoragem. Isso se dá como uma parte integrante da PNL. Podemos exemplificar quando um determinado aluno é levado através de um momento lúdico a uma sensação de prazer ou bem-estar, onde todas as vezes que o professor desejar que ele associe um determinado assunto, o faz reportar-se ao momento em que teve o bem-estar; neste caso temos aí uma ancoragem.

Os professores que se propõem a aprofundar-se neste método dão um salto de qualidade em sua sala de aula destacando-se verticalmente. Não podemos desprezar o poder transformador desta técnica.

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