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O ano de 2018 será de decisões para a política do Brasil. O cidadão vai às urnas para eleger o Presidente da República, Governador, Senador e Deputado Federal e Estadual. Após mais um ano de investigações da Operação Lava-Jato e escândalos de corrupção divulgados em 2017, o brasileiro busca qualidades especificas no momento de decidir o voto.

De acordo com a Pesquisa Datafolha divulgada pela Folha de São Paulo em outubro, as principais características que os eleitores avaliam como fundamentais para escolher seus candidatos são: se o candidato apresenta algum caso de corrupção em seu passado político, ou seja, se é ficha limpa, ter experiência administrativa e empresarial e ser conhecido pelas ações políticas desenvolvidas.

As eleições presidenciais de 2018 se destacam pela possibilidade da candidatura do ex-presidente Lula, que mesmo diante das acusações de corrupção passiva e formação de organização criminosa, segue liderando as pesquisas de intenção de voto. A última pesquisa divulgada no início do mês pelo Datafolha indicava uma liderança do petista com o dobro de votos do segundo colocado.

Além de Lula, são possíveis candidatos Jair Bolsonaro, que atingiu 17% dos votos, Marina Silva, (Rede), que apareceu na terceira posição com 9% dos votos, seguida por Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes, ambos com 6%. Embora apareçam nas primeiras colocações, todos apresentam índices de reprovação superiores aos 40%.

Um segundo fator que caracteriza as próximas eleições é o cenário de instabilidade da política nacional e desconfiança da população. O presidente Michel Temer sofre rejeição por 71% da população, o que o torna um dos presidentes mais  impopulares do mundo.

No âmbito estadual, Paulo Câmara enfrenta dificuldades para agregar forças e formar um grupo consolidado para disputar a reeleição, além da rejeição que atingiu 74%, em 2017. No contexto das oposições, existem grupos em formação, integrados por Armando Monteiro, Bruno Araújo, Mendonça Filho e Fernando Bezerra Coelho que apresenta um desgaste jurídico e político.

O cenário político em Paulista também é desgastante, o prefeito Júnior Matuto, (PSB), enfrenta uma alta rejeição por parte dos eleitores e responde a vários processos por improbidade administrativa, tendo o julgamento que definirá a cassação de Júnior Matuto prorrogado para o dia 22 de janeiro. A depender do decorrer das decisões do TRE e TSE envolvendo o caso do prefeito de Paulista, pretendo disputar a possível eleição suplementar ou Deputado nas eleições gerais de 2018 com o objetivo de trabalhar incansavelmente com amor, experiência administrativa e dedicação a Paulista.

Por Nena Cabral

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