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As organizações não governamentais têm se tornado centros de inovação e criatividade no desenvolvimento de soluções para problemas complexos em todos os países e regiões. Além de serem menos burocráticas, são organizações flexíveis, ao contrário de todas outras, desempenhando um papel fundamental nas questões de inclusão social das classes menos favorecidas.

Um bom exemplo disso é o trabalho desempenhado pela ONG Esporir 18 (Esperança 18). Fundada em 2001, na França, a ONG já atendeu mais de 600 jovens ao longo desses anos. Idealizada por Francisco de Assis, Jerôme e Eric, a instituição tem desempenhado papel fundamental nas questões que diz respeito a tirar os jovens dos vícios, das dificuldades de aprendizagem, além de outras deficiências.

Segundo o presidente da ONG, Francisco Assis, o fator primordial da mesma é a inclusão social e promoção da perspectiva de vida aos jovens franceses, filhos de senegaleses e outros.

“Nascemos com esse propósito e acreditamos que podemos chegar ao nosso objetivo, fazendo com que esses jovens possam enxergar muito mais longe, e possam ver a importância que os outros têm em suas vidas”, explicou.

A ONG surgiu com a finalidade de contribuir com esses jovens e para cooperar com redes de conhecimento, inovação e conectividade em massa. Isto porque ela primeiro oferece o ensino, práticas esportivas, artes, reforço escolar e atividades extras salas e, depois, proporciona intercâmbio para que seus participantes possam vivenciá-las.

Pela terceira vez, eles realizam um intercâmbio no Brasil, precisamente em Pernambuco, em parceria com Associação dos Samaritanos de Pernambuco (ASAPE), entidade que trabalha com deficientes mentais, deficientes motores e com a Pastoral da Criança de Abreu e Lima.

Nas ações são realizadas atividades que os parceiros estão precisando, além de serem distribuídas roupas, nessa oportunidade, também foram realizadas obras de estrutura física, pois tanto a Pastoral quanto a Asape estavam precisando dos reparos. “É dessa forma e através de ações simples que os nossos jovens conseguem se integrar e interagir com um mundo diferente, conseguindo ter uma visão maior de mundo e respectivamente um compromisso com o outro”, concluiu Assis.

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