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Agora, falta apenas Geraldo Julio sancionar a Lei. (Foto: Bruno Campos/Folha de Pernambuco)

Enviado às pressas no começo da semana pelo chefe do Executivo municipal, o Projeto de Lei nº 02/2015, que promove reestruturação na administração do Recife, foi aprovado ontem com a ampla maioria da base aliada. No seu ponto mais polêmico, que gerou um acirrado embate no Legislativo por dois dias, o texto cria a secretaria de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas sob a justificativa de ampliar a “capacidade de intervenção contra esse flagelo social, articulando e integrando as ações governamentais na prevenção, atenção e tratamento de dependentes, além do apoio no combate ao tráfico de drogas”.

O projeto também extingue cargos comissionados, desmembra a atual Secretaria de Desenvolvimento e Planejamento Urbano, desmobiliza a estrutura que foi montada para a execução dos compromissos da Copa do Mundo e extingue a secretaria-executiva de mediação de conflitos, vinculada à secretaria de Governo e Participação Social. Nesse último caso, as atribuições da pasta serão incorporadas ao sistema de diálogo e participação social “Recife Participa”.

No plenário, apesar das muitas contestações quanto o impacto financeiro que a nova pasta irá acarretar, a matéria contou apenas com dois voto contrários, o do vereador Jurandir Liberal (PT) e de André Régis (PSDB). O tucano, por sinal, foi o primeiro a levar a matéria ao plenário para discussão, reiterando a importância da criação da pasta mas contestando os valores.“Dessa forma vamos acabar criando uma secretaria para cada problema existente no Recife. É possível resolver de outra forma. A criação de cargos comissionados aumenta despesas. Cargos que recebiam R$ 3 mil vão passa a receber R$ 8 mil”, disse.

Fonte: Por Anderson Bandeira, da Folha de Pernambuco.

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