Os constantes aumentos do preço dos combustíveis têm assustado toda a economia brasileira, principalmente no seu aspecto macro. Com os preços nas alturas, o valor médio cobrado por um litro de gasolina chegou a R$ 4,46. Sem contar com a subida do etanol que chegou a R$ 3,91, valor médio cobrado no país. Embora os preços praticados pela Petrobras, sejam atrelados ao mercado internacional do petróleo, o impacto desses constantes reajustes tem refletivo diretamente no cotidiano das pessoas.
Os efeitos colaterais são inevitáveis. Eles já começam a ser sentidos no custo de vida dos brasileiros, que têm que conviver com os aumentos das passagens de ônibus, com o aumento dos preços dos alimentos, provocado pelo reajuste do frete dos caminhoneiros. Enfim, todos começam a pagar a conta dos aumentos desenfreados dos combustíveis.
O Governo Federal parece que não encontrou ainda uma fórmula para equacionar esse problema, que atinge de cheio à cambaleante economia do país, que ainda tem uma fila de cerca de 13 milhões de desempregados.
O controle dos preços dos combustíveis é de fundamental importância para a manutenção da inflação, para o setor produtivo e para a geração de emprego. Infelizmente, se esses aumentos não diminuírem, o país continuará enfrentando graves problemas na economia. Alguns especialistas afirmam que o Brasil poderá entrar numa aguda recessão.
Diretor Editorial: Jailton Lima



