Editorial

Economia reage, apesar do pessimismo de alguns

O mês de julho foi muito favorável para a economia brasileira, fatores externos e internos contribuíram para esse resultado animador e esperançoso. A queda da inflação, a queda da taxa de juros para 6%, pelo Banco Central, a queda na taxa de desemprego, abaixo de 13%, a liberação do FGTS e do PIS/PASEP; Caixa Econômica diminui em 40% suas taxas bancárias, sinal verde para a privatização da Eletrobras, todo esse conjunto de boas notícias tem ajudado a economia a reagir, apesar dos pessimistas de plantão.

Será que esse cenário positivo está abrindo o caminho para a retomada do crescimento sustentável e constante da economia? Será que, após sete meses de governo, a equipe econômica do presidente Jair Bolsonaro, liderada pelo superministro Paulo Guedes que está preparando um pacote de medidas econômicas, para estimular o consumo e, consequentemente, a produção industrial e, por conseguinte, a geração de empregos.

Estamos, finalmente, no caminho certo, o caminho do destrave da economia. A Reforma da Previdência, em primeiro turno, é a locomotiva que vai puxar outros setores da economia. O mercado internacional anima-se com a perspectiva de crescimento do País. Fechamos um acordo comercial com a União Europeia. Nessa última quinta-feira (01), o presidente americano, Donald Trump, afirmou que vai também fechar um acordo comercial com o Brasil.

Os bons resultados e o início da aprovação das reformas, implementados pelo Governo Federal, têm aumentado, por parte dos empresários e investidores, a confiança que a política econômica está no caminho certo, apesar de muitas pessoas pessimistas torcerem pelo pior. Mas há ainda motivos para desconfiança? Acreditamos que não, pelo contrário, os indicadores estão mostrando que, aos poucos; não do dia para a noite, mas com muito trabalho, as bases da economia começam a engrenar.

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