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Na Bahia, Eduardo Campos promete reduzir carga tributária para 32% do PIB nacional

da92a072320457612e0e8362a7e6bfb6Diante de empresários nacionais de peso como Luiza Helena Trajano, Jorge Gerdau e Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da BRF, o presidenciável Eduardo Campos, do PSB, aproveitou o segundo dia do 13º FÓRUM DE COMANDATUBA, Promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, para defender e até estimar a queda da carga tributária em um eventual governo sob sua gestão.

No evento, Eduardo Campos assumiu o compromisso de não elevar mais ainda a carga tributária.

O socialista disse que precisa reduzir de 38% para 325 a carga tributária em um possível governo seu.

No discurso, o presidente do PSB disse que falta vontade política e que ele tem essa vontade política para avançar nesta questão.

“De projetos de reforma tributária o planalto está cheio. Assumo o compromisso de que a carga tributária não vai subir e que ela vai entrar em uma rampa descendente para chegar a 32%. Também devemos ter a consciência de que vamos fazer essa reforma de maneira fatiada e em oito anos entregar ao Brasil um sistema tributário eficiente”, defendeu Campos quando perguntado se faria a reforma tributária no primeiro ano de mandato.

Já Aécio dividiu a questão tributária em dois momentos: a simplificação do sistema nos primeiros meses e, depois, cuidar dos gastos do governo para conduzir uma reforma completa.

O fórum acontece de 1º a 4 de maio, no Hotel Transamérica, na Ilha de Comandatuba (BA). Realizado anualmente, o evento tem como objetivo tratar de política econômica, gestão empresarial e responsabilidade social que impactam no cenário nacional. O tema deste ano é Uma agenda para o desenvolvimento do Brasil.

Em 2014, os 320 empresários presentes, além de autoridades políticas, discutem uma agenda para o desenvolvimento do Brasil.

Em sua apresentação, Eduardo Campos disse que “é necessário corrigir os desequilíbrios e construir um arcabouço confiável, que nos remeta a um salto econômico político e social na vida brasileira”.

Segundo ele, o Brasil precisa entender como aproveitar a crise mundial para promover um novo ciclo de crescimento e expansão.

O pré-candidato lembrou seu compromisso com o tripé macroeconômico e com a contenção inflacionária, que não pode ser o dobro do Chile ou da Colômbia; assim como o apoio à autonomia do Banco Central e o trabalho para mudar a governança das agências reguladoras e de tornar cada vez mais transparentes as contas públicas.

“Eu e Marina queremos ser esses novos representantes da sociedade, que possam ouvir e representar seus interesses”, completou Campos.

Segundo ele, a sociedade está mais exigente com todos os serviços públicos – saúde, educação, transporte – mas também com a representatividade, o que exige capacidade de diálogo com a população.

Durante o debate, que foi transmitido ao vivo, Eduardo Campos defendeu a necessidade do estado brasileiro fazer sua parte, que é dar infraestrutura para o agronegócio se desenvolver adequadamente., enquanto Aécio Neves acredita que é importante construir uma garantia de preços, sempre com compromisso de preservação ambiental.

Sobre a saúde, o pré-candidato do PSB disse que sonha com um Sistema Único de Saúde que possa cobrir desde um atendimento simples a um transplante e também com um planejamento para cuidar da média complexidade e da prevenção.

Campos destacou a criação do maior sistema de educação em tempo integral, sete anos ininterruptos de queda na violência e a promoção do desenvolvimento econômico do estado.

“Os dois jovens políticos pré-candidatos à presidência da República aqui presentes têm avós que fizeram uma brilhante carreira política: Miguel Arraes e Tancredo Neves”, lembrou João Doria Jr., presidente do LIDE.

Fonte: Por Jamildo, do Blog de Jamildo.

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