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Tucanos cautelosos sobre adesão ao governo Eduardo

Sérgio Guerra discursa em encontro dos tucanos: diálogo com PSB e expectativa. (Foto: Clemilson Campos/JC Imagem) Sérgio Guerra discursa em encontro dos tucanos: diálogo com PSB e expectativa. (Foto: Clemilson Campos/JC Imagem)[/caption]

O PSDB ainda faz mistério sobre a sua entrada no governo Eduardo Campos (PSB), embora o próprio presidente da legenda no Estado e deputado federal, Sérgio Guerra, admita que vem mantendo conversas com o governador sobre uma provável aliança, em nível local, com vistas às eleições de 2014. Informações de bastidores dão como certo o embarque dos tucanos nas hostes socialistas e o anúncio oficial da decisão é só uma questão de tempo.

Até o nome do secretário de saúde de Camaragibe, Caio Mello, já teria sido indicado para integrar a equipe do governador. Quando questionado, ontem, o dirigente do PSDB tratou logo de desmentir a versão. “Rigorosamente, digo que isso não está sendo tratado. Nunca ouvi falar de alguma coisa que envolvesse o destino profissional dele (Caio Mello)”, despistou, admitindo, porém, que tem conversado com o PSB sobre 2014.

“O PSDB tem duas alternativas. Uma seria ter candidatura própria ao governo do Estado, provavelmente com o nome do deputado Daniel Coelho, e a outra seria fazer uma coligação com o PSB. Mas qualquer decisão está atrelada a fatores locais e nacionais. Nos próximos dias estaremos com uma decisão tomada”, sinalizou Guerra, ontem, durante o 3º Encontro Regional do PSDB, realizado em Jaboatão dos Guararapes. O evento teve como finalidade promover novas filiações e debater estratégias do partido para o pleito do ano que vem.

Questionado se há resistências de integrantes do partido a uma eventual coligação com o PSB, tendo em vista a forte atuação dos tucanos na bancada de oposição na Assembleia Legislativa, Guerra limitou-se a dizer que quando “há discordâncias, a gente discute isso em casa e não estamos discutindo isso”.

O deputado disse ainda que o partido tem condições de disputar sozinho as vagas para deputado estadual. No entanto, para a chapa federal – onde seguem cotados para a disputa ele próprio, os deputados estaduais Bruno Araújo e Daniel Coelho –, o PSDB terá que se coligar a outros partidos, uma vez que a legenda não possui cauda suficiente para eleger todos eles.

Fonte: Por Roberval Sobrinho, do JC Online.

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