Abreu e Lima Economia Política

Ezequias comenta vandalismo em Abreu

Solidariedade: Ezequias fala do ocorrido à Folha. Solidariedade: Ezequias fala do ocorrido à Folha.[/caption]

Nesta edição de maio, entrevistamos o Ezequias Oliveira, filho natural de Abreu e Lima, e que é pré-candidato a uma vaga de deputado federal pelo PR, ele desponta como uma das lideranças que comentou os recentes fatos ocorridos no município, no último dia 15 de maio, que foram destaques nos noticiários jornalísticos no Brasil.

Folha: A que você atribui esse vandalismo que desencadeou saques e arrombamento nas lojas da cidade?

Ezequias: É um problema social. A cidade é considerada uma das mais pobres do Litoral Norte, o índice de desemprego é alto, não há qualificação profissional para os jovens. Embora nada justifique o ocorrido, mas esses fatos podem ter contribuído com a atitude de muita gente, que num ato de fraqueza praticou os saques. A ausência do poder público foi evidenciada.

Folha: Em sua opinião, o que deveria ser feito para melhorar a vida dessas pessoas?

Ezequias: Investimento na profissionalização dos jovens, para que possam ser aproveitados pelas empresas da região, uma vez que já houve um aumento de 300% de vagas de trabalho. Há a ausência de políticas voltadas para este segmento da população, falta de incentivo para o comércio, que dá muito emprego na cidade.

Folha: O que você espera do poder público a partir de agora?

Ezequias: Nós esperamos que todas as esferas do poder público invistam mais na educação, saúde e na segurança pública, que foi o estopim da bomba, que provocou a greve dos militares, e, consequentemente, a população ficou à mercê dos marginais e vândalos. Abreu e Lima foi a cidade mais prejudicada com a greve. Isto ocorreu pelo descaso e ausência das autoridades constituídas.Tivemos problemas com cidades vizinhas, mas nada comparada com que ocorreu em Abreu e Lima.

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