Por Jailton Lima
Ele afirma que sua proposta visava melhorar a situação da instituição, que foi recusada pela Câmara Municipal. “O desgaste político pode ser evidente, não financeiro”, comentou o vereador nas suas redes sociais.
No seu discurso na tribuna, o parlamentar disse que “a Câmara Municipal de Igarassu deve pensar no ininteresse público”.
Ele disse que a proposta da prefeita Elcione Ramos propôs um Projeto de Lei para cobrir o déficit do IGAPREV usando o Tesouro Municipal por longos 35 anos, mas o vereador alertou que o problema poderá ficar para as próximas gerações.
Mas Júnior do Habitat-PE apresentou uma alternativa clara e responsável! Sua emenda, baseada em auditorias do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), mostrava que as dificuldades financeiras do IGAPREV não é uma fatalidade, e sim o resultado de má gestão e irregularidades de gestões anteriores, e que a atual deve equilibrar as finanças.
“Ao corrigir essas ineficiências, o próprio IGAPREV geraria um superávit de mais de R$ 1 milhão por mês! Isso resolveria o problema em apenas 10 anos e 4 meses, sem onerar o orçamento por décadas”, explicou.
Segundo o parlamentar, seria a solução fiscalmente mais saudável e urgente para Igarassu. Mas, em uma votação, sua proposta foi rejeitada por 3 votos a favor contra 11 votos contra. “Casa Duarte Coelho nem sempre atua em prol do povo”, ressaltou.
“Será que a prioridade é realmente o futuro de Igarassu. A população merece respostas!”, concluiu o vereador Júnior do Habitat-PE, que segue firme na luta pela transparência e por uma gestão que zele pelo dinheiro público.


